segunda-feira, 30 de março de 2015

Teoria dos dois fatores

A teoria dos Fatores de Herzberg

Teoria dos dois fatores foi formulada e desenvolvida por Frederick Herzberg, a partir de entrevistas feitas com 200 engenheiros e contadores da indústria de Pittsburgh. Estas procuravam identificar quais as consequências de determinados tipos de acontecimentos na vida profissional dos entrevistados, visando a determinar os fatores que os levaram a se sentirem excepcionalmente felizes e aqueles que os fizeram sentir-se infelizes na situação de trabalho.
Fatores Higiênicos: Ou fatores extrínsecos, pois se localizam no ambiente que rodeia as pessoas e abrange  as condições dentro das quais elas desepenham seu trabalho. Como essas condições são administradas e decididas pela empresa, os fatores higiênicos são: o salário, os benefícios sociais, o tipo de chefia ou supervisão que as pessoas recebem de seus superiores, as condições físicas e ambientais de trabalho, as políticas e diretrizes da empresa, o clima de relações entre a empresa e as pessoas que nela trabalham, os regulamentos internos, etc.
São fatores de contexto e  se situam no ambiente externo que cercam o indivíduo. Contudo, de acordo com as pesquisas de Herzberg, quando os fatores higiênicos são ótimos, eles apenas evitam a insatisfação e, quando a elevam, não conseguem sustenta-la elevada por muito tempo. Porém, quando os fatores higiênicos são péssimos ou precários, eles provocam a insatisfação dos empregados.

Fatores Motivacionais
: Ou fatores intrínsecos, pois estão relacionados com o conteúdo do cargo e com a natureza das tarefas que o indivíduo executa. Assim sendo, os fatores motivacionais estão sobre controle do indivíduo pois estão relacionados com aquilo que ele faz e desempenha. Os fatores motivacionais envolvem os sentimentos de crescimento individual, de reconhecimento profissional e as necessidades de autoreavaliação e dependem das tarefas que o indivíduo realiza no seu trabalho.
Teoria dos dois fatores
Os estudos de Herzberg levaram a conclusão que os fatores que influíam na prodição de satisfação profissional éram desligados e distintos dos fatores que levaram a insatisfação profissional. Assim, os fatores que causavam satisfação estão relacionados a própria tarefa, relações com o que ele faz, reconhecimento pela realização da tarefa, natureza da tarefa, responsabilidade, promoção profissional e capacidade de melhor executá-la.
Por outro lado, constatou-se que os fatores causadores de insatisfação são fatores ambientais, isto é, externos à tarefa, tais como: tipo de supervisão recebida no serviço, natureza das relações interpessoais, condição do ambiente onde o trabalho executado e finalmente o próprio salário.
Fonte:http://www.sobreadministracao.com/tudo-sobre-a-teoria-dos-dois-fatores-de-frederick-herzberg/ Por:Carolina Tolentino
Lígia Amorim 

Funções básicas da empresa para Fayol:

Para Fayol , seis são as funções básicas de qualquer empresa:


1. Funções técnicas – relacionadas com a produção de bens ou de serviços da empresa.
2. Funções comerciais, relacionadas com a compra, venda e permutação.
3. Funções financeiras – relacionadas com a procura e gerência de capitais
4. Funções de segurança – relacionadas com a proteção e preservação dos bens e das pessoas.
5. Funções contábeis – relacionadas com inventários, registros, balanços, custos e estatísticas.

6. Funções administrativas – relacionadas com a integração das outras cinco funções. As funções administrativas coordenam as demais funções da empresa, pairando acima delas.

Postado por : Tiago Barbosa dos Santos 
Fonte:http://ceconcursos.blogspot.com.br/2008/03/funes-bsicas-da-empresa-para-fayol.html

Contribuições da teoria estruturalista para a administração

A Teoria Estruturalista trás a idéia da “Sociedade das Organizações”, em que as diversas organizações (formal e informal) depende uma da outra, por isso destaca o papel que o homem desempenha nessas organizações. Com a aplicação das ciências sociais (no caso da Teoria Estruturalista, são as ciências sociológicas) na administração, pois há a observação da importância do Homem Organizacional, já que este homem desempenha papeis simultâneos, em diversas organizações diferentes, que servem de molde para a Teoria Comportamental, no que diz respeito ao Homem, já que esta teoria aplica outra ciência comportamental, a Psicologia, onde nomeia este homem, como sendo o Homem Administrativo, onde este se comporta buscando soluções satisfatórias, e não soluções ótimas, para cada organização em que está inserido.
A Teoria Estruturalista também considera as organizações como “Sistemas Abertos”, em constante interação com seu contexto externo, influenciando o comportamento das pessoas, classificando as organizações como um sistema social cooperativo, onde as pessoas não atuam isoladamente, e sim, por meio de interações com outras pessoas para poder alcançar os objetivos organizacionais. A Teoria Comportamental, não considera somente o fator externo, como na Teoria Estruturalista, mas também o fator interno, dando a visão de uma organização flexível, já que as pessoas são tomadoras de decisão, necessita considerar esses fatores, gerando um conflito para as pessoas, em atender os objetivos individuais e objetivos organizacionais.
Nessa transição de foco, na tentativa de compreensão do comportamento das pessoas, surge teorias a respeito das necessidades, com destaque a hierarquia das necessidades de Maslow, e a teoria dos dois fatores de Herz berg, isso também é uma tentativa de compreender os conflitos de interesses entre as pessoas e a organização.
Letícia Costa
http://www.ebah.com.br/content/ABAAAATY8AC/contribuicoes-teoria-estruturalista-a

O que é organização racional do trabalho?

  • O que é organização racional do trabalho?


ORGANIZAÇÃO RACIONAL DO TRABALHO (ORT)

Taylor verificou que os operários realizavam e aprendiam as tarefas de trabalho por meio da observação dos companheiros, o método empírico. Isso levava diferentes maneiras e métodos para realizar a mesma tarefa. Através de uma análise científica, os diferentes métodos e instrumentos realizados na produção foram aperfeiçoados da maneira que a produção aumentasse com mais eficiência. Essa tentativa de substituir os velhos métodos da linha de montagem foi chamado de Organização Racional do Trabalho (ORT). Os principais aspectos abordados pela ORT foram:

ANÁLISE DO TRABALHO E ESTUDO DOS TEMPOS E MOVIMENTOS

De acordo com Taylor, o estudo dos tempos e movimentos e a análise do trabalho era essencial para um melhor aproveitamento de cada tarefa no trabalho. Movimentos úteis eram simplificados para uma maior economia de esforço operário, enquanto os inúteis eram transformados em outros mais eficazes. Para aumentar o rendimento tanto do operário quanto da produção em geral, o trabalho era bem distribuído para não ocorrer sobre carga, eliminado assim desperdícios de...

Fonte:http://www.zemoleza.com.br/trabalho-academico/humanas/administracao/organizacao-racional-do-trabalho/

Asafe S. Torres

Homo economicus


O homo economicus ou o homem econômico é uma ficção, formulada segundo procedimentos científicos do século XIX que aconselhavam a fragmentação do objeto de pesquisa para fins de investigação analítica. 
Os economistas assumiram que o estudo das ações econômicas do homem poderia ser feito abstraindo-se as outras dimensões culturais do comportamento humano : dimensões morais, éticas, religiosas, políticas, etc, e concentraram seu interesse naquilo que eles identificaram como as duas funções elementares exercidas por todo e qualquer indivíduo : o consumo e a produção.
 
A administração científica baseou-se no conceito de homem econômico. Segundo esse conceito, toda pessoa é concebida como influenciada exclusivamente por recompensas salariais, econômicas e materiais. Por isso, o homem procura o trabalho, não porque gosta dele, mas como um meio de ganhar a vida por meio do salário que o trabalho proporciona. Assim as recompensas salariais e os prêmios de produção influenciam os esforços individuais do trabalho, fazendo com que o trabalhador desenvolva o máximo de produção de que é fisicamente capaz para obter um ganho maior.


Fonte :https://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20080525102842AAJr5u8
Postado por : David Reis 

PRINCÍPIOS GERAIS DA ADMINISTRAÇÃO SEGUNDO FAYOL

Fayol refletiu sobre sua experiência como gerente e identificou várias técnicas administrativas que havia aplicado e que, haviam enriquecido o corpo organizacional ou tinham-no ajudado a funcionar. Apesar dos receios de que pudesse ser mal interpretado (e foi), dado que se poderia pensar que estivesse propondo leis universais ao chamar de princípios a esses procedimentos, Fayol propôs quatorze deles: 

1. Divisão do trabalho: consiste na especialização das tarefas e das pessoas para aumentar a eficiência. 

2. Autoridade e responsabilidade: autoridade e o direito de dar ordens e o poder de esperar obediência. A responsabilidade é uma conseqüência natural da autoridade e significa ter o dever de prestar contas. Ambas devem estar equilibradas entre si. 

3. Disciplina: depende da obediência, aplicação, energia, comportamento e respeito às normas estabelecidas. 

4. Unidade de comando: cada empregado deve receber ordens de apenas um superior. É o princípio da autoridade única. 

5. Unidade de direção: uma cabeça e um plano para cada conjunto de atividades que tenham o mesmo objetivo. 

6. Subordinação dos interesses individuais aos interesses gerais: os interesses gerais devem sobrepor-se aos interesses particulares. 

7. Remuneração do pessoal: deve haver justa e garantida satisfação para os empregados e para a organização em termos de retribuição. 

8. Centralização: refere-se à concentração da autoridade no topo da hierarquia da organização 

9. Cadeia escalar: é a linha de autoridade que vai do escalão mais alto ao mais baixo. 

10.Ordem: um lugar para cada coisa e cada coisa em seu lugar. É a ordem material e humana. 

11.Equidade (reconhecer o direito de cada um): amabilidade e justiça para alcançar lealdade do pessoal. 

12.Estabilidade do pessoal: a rotatividade das pessoas tem um impacto negativo sobre a eficiência da organização. Quanto mais tempo uma pessoa permanecer num cargo, tanto melhor. 

13.Iniciativa: a capacidade de visualizar um plano e assegurar pessoalmente o seu sucesso.

14. Espírito de equipe: harmonia e união entre as pessoas são as forças da organização.
Thais Nunes

segunda-feira, 4 de agosto de 2014


39% abrem negócio sem saber capital necessário, diz Sebrae-SP

Falta de planejamento, deficiências na gestão e o comportamento do próprio empreendedor são as principais causas do fechamento de empresas em seus primeiros anos de atividade, aponta pesquisa divulgada nesta segunda-feira (4) pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de São Paulo (Sebrae-SP).De acordo com o estudo "Causa Mortis: o sucesso e o fracasso das empresas nos primeiros cinco anos de vida", 46% dos empreendedores afirmam ter começado o empreendimento sem conhecer os hábitos de consumo dos clientes nem o número de consumidores que teriam.  Do total, 39% ignoravam qual o capital de giro necessário para abrir a empresa e 38% não sabiam quantos concorrentes enfrentariam.A pesquisa revelou, ainda, que 49% dos empresários cujos negócios fecharam vieram a reconhecer o bom planejamento antes da abertura como o fator mais importante para a sobrevivência da empresa. Entre os que se mantiveram ativos no mercado, 36% consideram esse o aspecto mais relevante e 34% apontam a gestão após a abertura como fator mais significativo para a sobrevivência.O levantamento constatou, ainda, que 55% dos donos de empresas não elaboraram um plano de negócios antes da abertura. No documento, são listados detalhes do empreendimento como aspectos financeiros, mão de obra necessária, estratégias de marketing, perfil do público-alvo, pontos fortes e fracos, riscos e oportunidades.
http://g1.globo.com/economia/pme/noticia/2014/08/39-abre-negocio-sem-saber-capital-necessario-diz-sebrae-sp.html
Aluna: Adriana Alves Silva