quarta-feira, 1 de abril de 2015

 HOSPITAL DE BASE
É o hospital geral destinado a constituir-se em centro de coordenação e integração do
serviço médico-hospitalar de uma área, devendo estar capacitado a prestar assistência
especializada mais diferenciada a pacientes encaminhados de Hospitais Distritais, alem da
assistência médico-cirúrgica própria de hospital local.

fonte:http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/0117conceitos.pdf

Postado por: Tiago Barbosa dos Santos

Hospital de idosos

Segundo o IBGE - Censo 2010, a população de idosos no Brasil é 20.590.599 habitantes que representa 10,8% da população. Em Curitiba a população de idosos é de 198.089 que corresponde a 11,3% da sua população com idade superior a 60 anos. Curitiba desde a década de 70 construiu uma rede de pontos de atenção à saúde ordenada pela Atenção Primária. Ações de promoção e prevenção ocorrem em todas as Unidades Básicas incrementadas a partir de 2009 com a implantação de equipes multiprofissionais. No ano de 1999 foi implantada uma Unidade de Atenção ao Idoso, referência para a rede básica em atendimentos especializados voltados para esta faixa etária. Curitiba conta com vários outros serviços de atendimento especializado ambulatorial e hospitalar, porém com o envelhecimento da população verificou-se a necessidade da implantação de uma unidade hospitalar que pudesse atender casos agudos de condições crônicas mais freqüentes no idoso de forma qualificada, ampliando o acesso principalmente à leitos clínicos, leitos de terapia intensiva bem como exames e procedimentos especializados com demanda reprimida. Outro fator importante apontado é a necessidade de aprimoramento de processos de educação permanente nesta área para os diversos profissionais que atuam na rede municipal bem como cuidadores, acompanhantes e familiares. O Hospital do Idoso Zilda Arns vem implementar a referência à pessoa idosa no cuidado secundário, visando qualidade nos processos dentro de um modelo focado na Segurança do Paciente.
fonte: www.feaes.curitiba.pr.gov.br/index.php/unidades/hospital-do-idoso
Postado por :David Reis

Saúde Primária

ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE

Internacionalmente tem-se apresentado 'Atenção Primária à Saúde' (APS) como uma estratégia de organização da atenção à saúde voltada para responder de forma regionalizada, contínua e sistematizada à maior parte das necessidades de saúde de uma população, integrando ações preventivas e curativas, bem como a atenção a indivíduos e comunidades. Esse enunciado procura sintetizar as diversas concepções e denominações das propostas e experiências que se convencionaram chamar internacionalmente de APS.
No Brasil, a APS incorpora os princípios da Reforma Sanitária, levando o Sistema Único de Saúde (SUS) a adotar a designação Atenção Básica à Saúde (ABS) para enfatizar a reorientação do modelo assistencial, a partir de um sistema universal e integrado de atenção à saúde
Historicamente, a idéia de atenção primária foi utilizada como forma de organização dos sistemas de saúde pela primeira vez no chamado Relatório Dawnson, em 1920. Esse documento do governo inglês procurou, de um lado, contrapor-se ao modelo flexineriano americano de cunho curativo, fundado no reducionismo biológico e na atenção individual, e por outro, constituir-se numa referência para a organização do modelo de atenção inglês, que começava a preocupar as autoridades daquele país, devido ao elevado custo, à crescente complexidade da atenção médica e à baixa resolutividade.
Por: Lígia Amorim

                     Hospital terciário


partir de janeiro de 2004 a Unicamp iniciará a implantação de um plano para readequar o Hospital de Clínicas (HC) à sua verdadeira vocação, que é a de hospital terciário e quaternário. A proposta, que já foi discutida com a Divisão Regional de Saúde (DIR12), ligada à Secretaria de Estado da Saúde, e com os conselhos municipais de saúde na região, prevê, entre outras medidas, a reorganização do atendimento no pronto-socorro e nos ambulatórios, que passarão a dar prioridade aos casos referenciados de maior complexidade. 
Para isso, o antigo setor de pronto-socorro passará a ser chamado de Unidade de Emergência Referenciada (UER) cujo principal objetivo será atender pacientes graves. Todo encaminhamento à UEF será feito através de contato telefônico pelos sistemas de resgate ou pela Central Reguladora de Vagas da DIR12 e da prefeitura. O mesmo procedimento deverá ser observado para as consultas ambulatoriais. O HC também destinará 18% dos leitos das especialidades para procedimentos considerados estratégicos pelo Sistema Único de Saúde (SUS), como transplantes, cirurgias de epilepsia e implante coclear, entre outros. Os leitos de UTI, retaguarda do UER e oncologia ficaram fora destas modificações.
O plano foi discutido por um grupo de trabalho formado por 19 integrantes da área de saúde, incluindo docentes, estudantes e profissionais que respondem pelos diversos departamentos do HC. Segundo o grupo, as mudanças têm como principal objetivo preservar o papel do hospital no sistema regionalizado e hierarquizado, instituído pelo governo federal. “A nossa proposta é que o hospital universitário seja um espaço de atendimento especializado, como transplantes e tratamento do câncer, bem como de pesquisa, ensino, residência e pós-graduação”, disse em recente entrevista ao Jornal da Unicamp o secretário executivo Ministério da Saúde e ex-secretário municipal de saúde, Gastão Wagner de Souza. 
Isso não significa, porém, que a Unicamp deixará de fazer atendimento primário e secundário na rede pública. Segundo a diretora da Faculdade de Ciências Médicas, Lilian Tereza Lavras Costallat, que integrou o grupo de trabalho, esse atendimento continuará ocorrendo como parte da formação dos alunos de graduação e residência. “A diferença é que eles passarão a atuar com mais intensidade nas unidades básicas de saúde (UBS) e nos hospitais secundários da rede pública, onde são inseridos desde cedo como parte do currículo”, explica.
“Com essa mudança, a população será atendida nas unidades adequadas aos níveis de complexidade dos casos”, diz o diretor da DIR12, Sergio Grecco. Segundo ele, o plano deverá desafogar o sistema e melhorar a qualidade no atendimento regional.
“Os municípios da região já estão equipados para oferecer atendimento primário e secundário”, garante. Grecco classificou o caso específico de Campinas como “privilegiado”. De acordo com ele, a rede municipal dispõe de técnicos de alta qualidade, equipamentos modernos e unidades bem estruturadas. “O município é capaz de atender facilmente à demanda que chega à Unicamp sem estar referenciada para procedimentos mais complexos”, diz.
O diretor da DIR acredita que a readequação do HC à sua vocação original deverá gerar um impacto positivo em todo o sistema. “O que está sendo feito chama-se educação em saúde”, afirma. Segundo ele, na medida em que o sistema é organizado, pode-se racionalizar os recursos e elevar a qualidade do atendimento. “A Unicamp não está fazendo isso sozinha; é um trabalho integrado com a DIR e as prefeituras”, observa.

http://www.unicamp.br/unicamp/unicamp_hoje/ju/dezembro2003/ju240pag03.html

Aluno: Rafael Penzza 
HOSPITAIS FILANTRÓPICO

Objetivo Caracterizar a rede hospitalar filantrópica no Brasil e suas relações com o Sistema Único de Saúde e o mercado de saúde suplementar. Métodos Estudo do tipo descritivo que considerou a distribuição geográfica, porte de leitos, presença de equipamentos biomédicos, complexidade assistencial e perfil de produção e de clientela. Baseou-se em uma amostra de 175 hospitais de um universo de 1.917, constituindo 102 entidades distintas. Destas, incluíram-se 66 entidades prestadoras de serviços ao Sistema Único de Saúde (SUS) com menos de 599 leitos selecionadas aleatoriamente, 26 das 27 entidades prestadoras de serviços ao SUS com pelo menos 599 leitos e 10 entidades não prestadoras de serviços ao SUS. O estudo é transversal, com dados obtidos em 2001. A coleta de dados foi feita por pesquisadores treinados, utilizando um questionário, em entrevistas com dirigentes dos hospitais. Resultados Da amostra aleatória, 81,2% dos hospitais estão localizados em municípios do interior, sendo que 53,6% desses se constituem nos únicos hospitais do município. Na amostra aleatória, predominaram os hospitais de clínicas básicas sem UTI (44,9%). Entre os hospitais individuais das grandes entidades e os hospitais especiais, a maioria – respectivamente 53% e 60% – caracterizou-se como hospital geral nível II, categoria de maior complexidade. A complexidade assistencial mostrou-se associada ao porte do hospital, estando os hospitais mais complexos predominantemente situados em capitais. Conclusões Dada a importância do setor hospitalar filantrópico para o Sistema de Saúde no Brasil, identificam-se possíveis caminhos para a formulação de políticas públicas adequadas às especificidades dos seus diferentes segmentos.

Fonte : http://www.scielo.br/pdf/rsp/v38n6/09.pdf

Postado Por : Beatriz Ferreira Dos Santos

Hospitais particular

Do latim hospitais (“casa de hóspedes”), um hospital é o estabelecimento destinado ao diagnóstico e ao tratamento de doentes, onde se pratica também a investigação e o ensino. O termo também é usado, em sentido figurado, para fazer alusão a qualquer casa onde haja muitos doentes.
O conceito de hospital tem as suas origens no vocábulo hospes (“hóspede” ou “visita”) do qual resulta hospitalistas (“hospitalidade”). Com o passar do tempo a noção passou a dizer respeito à qualidade de acolher/hospedar alguém bem e com satisfação.
Antigamente, um hospital era um local onde se exercia a caridade a pessoas pobres, doentes, órfãs, idosas e a peregrinos, acolhidos por monges e freiras.


Fonte:  http://conceito.de/hospital#ixzz3W5d2IB5g

Postado por : Fabio  Santos
                                         Hospital Geral

 Hospital destinado à prestação de atendimento nas especialidades básicas, por especialistas e/ou outras especialidades médicas. Pode dispor de serviço de Urgência/Emergência. Deve dispor também de SADT (Serviço Auxiliar de Diagnóstico e Terapia) de média complexidade. 


                               Hospital Especializado

Hospital destinado à prestação de assistência à saúde em uma única especialidade/área. Pode dispor de serviço de Urgência/Emergência e SADT. Podendo Ter ou não SIPAC Geralmente de referência regional, macro regional ou estadual.


Fonte:http://tabnet.datasus.gov.br/cgi/cnes/tipo_estabelecimento.htm
https://www.google.com.br/search?q=hospital+geral&rlz=1C1AVNC_enBR608BR608&es_sm=122&source=lnms&tbm=isch&sa=X&ei=2E0cVfLzE8flsAT4h4CoCg&ved=0CAgQ_AUoAg&biw=1455&bih=726#imgdii=_&imgrc=fwqijkn_a_j-gM%253A%3BpxWX3O2iWKyExM%3Bhttp%253A%252F%252Fwww.feessers.org.br%252Fnovo%252Fwp-content%252Fuploads%252F2013%252F09%252FHospital-Geral.jpg%3Bhttp%253A%252F%252Fwww.feessers.org.br%252Fnovo%252Fdirecao-do-hg-pede-prazo-para-elaborar-proposta-as-reivindicacoes-dos-funcionarios%252F%3B700%3B466

Aluna: Mirna Maria Barbosa Sarmento