UNIDADE DE SERVIÇOS COMPLEMENTARES DE DIAGNÓSTICO E
TRATAMENTO
É o conjunto de elementos onde está localizada a maioria dos serviços que
complementam o diagnóstico, ou auxiliam na recuperação da saúde, tais como: laboratório
de patologia clínica, radiologia clínica, hemoterapia, laboratório de anatomia patológica,
eletrocardiografia, eletroencefalografia, fisioterapia, radioisótopos, medicina nuclear e
outros.
fonte:http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/0117conceitos.pdf
Postado por: Tiago Barbosa dos Santos
quarta-feira, 1 de abril de 2015
HOSPITAL OFICIAL
| Definição | Hospital que é tutelado administrativamente pelo Estado, independentemente da propriedade das instalações. Pode ser: Público - tutelado pelo Ministério da Saúde ou Secretarias Regionais de Saúde, cujo acesso é universal; Militar - tutelado pelo Ministério da Defesa Nacional; Paramilitar - tutelado pelo Ministério da Administração Interna; Prisional - tutelado pela Ministério da Justiça. Camily Souza |
Hospital de Ensino
Hospital universitário, hospital-escola ou hospital de ensino é um centro de atendimento hospitalar mantido ou que colabora com universidades, com os objetivos de participar nas atividades de formação e de investigação no domínio do ensino dos profissionais de saúde (Medicina, Enfermagem, Farmácia, Fisioterapia, Nutrição Gerontologia e Odontologia).
É concedida a denominação de hospital universitário aos hospitais com ensino universitário que, em cada um dos departamentos, serviços e unidades funcionais que participam nas atividades de ensino, satisfaçam determinados requisitos, nomeadamente a existência de um número significativo de médicos habilitados com o grau de doutor e uma capacidade assistencial de referência, evidenciada em termos de desempenho, técnicas e tecnologias de vanguarda, bem como capacidade de investigação instalada.
Como Começou?
Com o Programa de Reestruturação dos
Hospitais de Ensino – parceria Ministério da Saúde — MS/Ministério da Educação — MEC - baseado
em quatro eixos a serem desenvolvidos de
forma integrada.
Qual o seu foco?
- Melhores práticas
- Avaliação permanente
- Compromisso de todos
- Transparência da informação
Qual a sua competência?
Aos Hospitais
de Ensino compete
“ordenar a formação de recursos humanos
na área de
saúde.”
Essa competência, originalmente atribuída ao Sistema Único de Saúde, recai sobre os
Hospitais de Ensino por extensão, já que seus
serviços passam a ser 100% integrados ao SUS.
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Hospital_universit%C3%A1rio
http://www.fepecs.edu.br/arquivos/cartilhaGTCHE.pdf
Ester Teles
Classificação dos Hospitais e Características de seus Serviço
Vários motivos fazem com que todo hospital em qualquer território deva ser classificado. Tendo como base a literatura de Cherubin & Santos (1997) e de Gonçalves (1983), essa classificação pode ser obtida sob aspectos distintos aplicáveis às instituições de saúde, sendo elas: Quanto à finalidade ou tipo de assistência, as instituições podem ser de ordem: Geral: assiste pacientes de várias especialidades, tanto clínicas quanto cirúrgicas, podendo ser limitados a grupos etários (como os infantis ou geriátricos) ou grupos da comunidade (militar), ou ainda apresentar uma finalidade específica (hospital de ensino); ou Especializada: assiste predominantemente pacientes com alguma patologia (doença) específica, entre eles estão os psiquiátricos, câncer, HIV, de órgãos, etc.
Quanto à administração ou entidade mantenedora, pode ser identificado como:
Público: administrado por entidade governamental municipal, estadual ou federal; ou Particular: pertencente à pessoa jurídica de direito privado. Quanto ao porte, a instituição pode ser denominada da seguinte forma: Pequeno: tem capacidade menor ou igual a 50 leitos; Médio: possui de 51 a 150 leitos; Grande: oferece de 151 até 500 leitos; e Porte especial ou extra: dispõe de quantidade superior a 500 leitos.
Quanto ao objetivo financeiro, pode ser classificado como:
Não lucrativo: seus gestores não recebem remuneração ou benefícios, não visa ao lucro, mas se houver, reverte-o em projetos, manutenção e desenvolvimento; no caso de extinção, seu patrimônio é doado à outra instituição de mesmo objetivo social;
Filantrópico: entidade particular e não lucrativa, que destina uma percentagem de seus rendimentos para assistência gratuita a pacientes sem recursos ou cobertura de saúde;
Beneficente: associação particular e não lucrativa voltada à assistência de grupos específicos e se mantém de contribuições de associados e de usuários; ou Lucrativo: particular, objetiva lucro, compensa o emprego de seu capital com distribuição de dividendos.
Quanto à disposição (estrutura física), pode ser: Monobloco: oferece serviços concentrados em uma única edificação; Multibloco: serviços distribuídos em edificações de médio ou grande porte, interligados ou não; Pavilhonar: dividem os serviços em prédios isolados de pequeno porte, interligados ou não; Horizontal: estrutura predominantemente disposta na horizontal; ou Vertical: apresenta estrutura principalmente na dimensão vertical.
Quanto ao corpo clínico, podem ser assim divididos: Corpo clínico aberto: tendo ou não médicos efetivos, permite a outros efetuarem internações e assistência aos seus pacientes; ou Corpo clínico fechado: possui corpo clínico permanente, permitindo apenas eventualmente (mediante permissão especial) o exercício de profissionais externos. Quanto à competência (nível dos serviços médicos), variando conforme o nível de capacitação de seus recursos humanos e a sofisticação tecnológica de seus equipamentos, sendo os três primeiros níveis: Primário: profilaxia (práticas preventivas) e clínica básica; Secundário: clínica básica, não possui avançados recursos tecnológicos; ou Terciário: apresenta desenvolvido nível tecnológico.
Fonte: PORTAL EDUCAÇÃO - Cursos Online : Mais de 1000 cursos online com certificado
http://www.portaleducacao.com.br/turismo-e-hotelaria/artigos/15665/classificacao-dos-hospitais-e-caracteristicas-de-seus-servicos#ixzz3W5gDhLWy
Thalysson Torres
Hospitais beneficiente
Beneficente: associação particular e não lucrativa voltada à assistência de grupos específicos e se mantém de contribuições de associados e de usuários; ou Lucrativo: particular, objetiva lucro, compensa o emprego de seu capital com distribuição de dividendos.
FONTE: http://www.portaleducacao.com.br/turismo-e-hotelaria/artigos/15665/classificacao-dos-hospitais-e-caracteristicas-de-seus-servicos
MARCOS ANTÔNIO ANDRADE SANTOS
FONTE: http://www.portaleducacao.com.br/turismo-e-hotelaria/artigos/15665/classificacao-dos-hospitais-e-caracteristicas-de-seus-servicos
MARCOS ANTÔNIO ANDRADE SANTOS
Tempo de Permanência do Paciente
Objetivo: Avaliar o tempo médio de permanência dos pacientes nos leitos da Emergência, desde o acolhimento e estratificação de risco até a internação na própria instituição, transferência para outra unidade hospitalar ou alta hospitalar. A meta é que o tempo médio de permanência no leito seja de 4 horas para os internados na própria instituição (conforme CTAS – Canadian Triage Acuity System) e para os que são transferidos e de 3 horas para os que vão de alta hospitalar para casa. Material e métodos: Avaliação retrospectiva, do mês de Janeiro de 2008, de 533 pacientes atendidos em leitos do Serviço de Emergência do Hospital Quinta D’Or. Os dados foram coletados do Livro de Ocorrências da Enfermagem, no qual são coladas a etiqueta de identificação com a hora da chegada e anotados os horários de internação, transferência intra-hospitalar ou alta hospitalar. Foram avaliados o tempo de permanência de todos os pacientes que foram internados na própria instituição, que foram transferidos para outra instituição e dos que ocuparam um leito e tiveram alta hospitalar. Resultados: Dos 533 (100%) pacientes que ocuparam leito da Emergência em Janeiro de 2008, 389 (72,98%) foram internados na própria instituição e tiveram um tempo médio de permanência no leito da Emergência de 292’ (4,86h); 25 (4,69%) pacientes foram transferidos para outra unidade hospitalar e tiveram um tempo médio de ocupação do leito de 372’(6,20h) e 119 (22,33%) pacientes foram de alta hospitalar e tiveram um tempo médio de permanência no leito de 142’ (2,36h). Conclusões: 1-O tempo de permanência e ocupação do leito na Emergência é mais longo para os pacientes que são transferidos para outras unidades hospitalares visto que dependemos da tomada de decisão de terceiros (convênios, empresa de ambulância, concordância da família para a transferência, entre outros). 2-O tempo médio de permanência dos pacientes que são internados na própria instituição foi de 4,86h, discretamente acima do esperado. O plano de ação a ser implantado a seguir será o de contratar tempo de resolução entre a solicitação de internação e o retorno do setor de internação (liberação do leito). de maneira a agilizar a transferência interna do paciente e diminuir o tempo de permanência destes pacientes para até ou < 4 horas. 3-Dos pacientes que obtiveram alta hospitalar o tempo de permanência no leito foi de 2,36h. Contratação de tempo para realização de exames complementares (radiologia e laboratório) serão implantadas com o objetivo de diminuir este tempo de permanência para 2 h.
http://www.abramede.com.br/1091/573/
Thais Nunes
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