sexta-feira, 11 de setembro de 2015

ADMINISTRAÇÃO

O administrador gerencia recursos financeiros, materiais ou humanos de uma empresa. Ele tem lugar em praticamente todos os departamentos de uma organização pública, privada ou sem fins lucrativos. Em recursos humanos, responde pelo relacionamento da empresa com funcionários e sindicatos, gerenciam admissões e demissões, planos de carreira e benefícios. No departamento de compras, providencia a aquisição de matérias-primas e insumos, negocia com fornecedores e controla os estoques. Em vendas, encarrega-se da negociação com clientes, ou das atividades de publicidade e marketing. No departamento financeiro, lida com pagamentos e recebimentos, a agenda de impostos ou a cobrança de clientes. Em indústrias, trabalha no controle de qualidade e de estoques de produtos acabados. Ele pode, ainda, definir as políticas corporativas, preocupando-se, por exemplo, com ações de sustentabilidade e responsabilidade social. Seja qual for à área de atuação, esse bacharel trabalha fundamentalmente com números e planilhas e precisa se manter atualizado com a economia mundial e nacional, as tendências de consumo e a legislação na área de atuação da empresa. Cursos de especialização, como MBAs, são essenciais para crescer na carreira. Você pode ingressar no mercado como tecnólogo.


MERCADO DE TRABALHO

O administrador é procurado por organizações de todos os setores econômicos e por empresas de todo porte. Nas corporações, suas principais áreas de atuação são gestão financeira, recursos humanos e operações, planejamento estratégico e marketing, logística e vendas. Gestão da inovação e gestão com foco em sustentabilidade são campos emergentes. Abrir negócio próprio ou trabalhar em empresas de consultoria e auditoria são outras possibilidades. As regiões Sul e Sudeste oferecem as melhores oportunidades, mas há trabalho em todo o país. A maioria das empresas contrata o graduando como trainee. E é comum que a contratação seja formalizada após a conclusão do curso.

Curso

Os dois primeiros anos são ocupados com disciplinas básicas, como matemática, estatística, direito, sociologia, contabilidade e informática. No terceiro começam as matérias específicas, como logística, finanças, marketing e recursos humanos. O estudante cria e analisa casos fictícios e apresenta seminários. Algumas escolas exigem uma monografa de conclusão de curso, além do estágio supervisionado. Atenção: determinados bacharelados têm enfoque específico, caso de Ciências Imobiliárias, da UFMA, Logística, da Univali, e Gestão e Empreendedorismo, da UFPR. 

Duração média: 4 anos.


Thaís Nunes

http://guiadoestudante.abril.com.br/profissoes/administracao-negocios/administracao-690663.shtml

sexta-feira, 4 de setembro de 2015

Executivo: veja qual o comportamento ideal para alcançar o sucesso

O sucesso dos negócios depende bastante de fatores do mercado em que ele está inserido. No entanto, existem fatores internos das empresas que devem ser bastante relevantes, principalmente relacionados com as atitudes dos executivos que as coordenam.

Você, executivo, sabe qual o comportamento ideal que deve ter dentro da empresa? Caso a resposta seja negativa, veja abaixo dez dicas comportamentais que o ajudam em seu emprego e no bom desempenho da empresa.

Responsabilidade
O executivo está em uma posição mais privilegiada na empresa, já que ele tem mais autonomia e, normalmente, coordena toda uma equipe. Exatamente por estes motivos ele deve ser responsável por tudo o que coordena. Observe suas atitudes: assim que a corda estoura você coloca a culpa em seu subordinado e denigre a imagem dele?

Este tipo de atitude é totalmente inaceitável. As empresas não gostam de comandantes que não assumem os prejuízos de sua área.

Produtividade
Apesar dos funcionários serem a massa que executa as atividades dentro das empresas, os executivos também dever ter produtividade. Isso significa encontrar soluções, respostas e novos questionamentos e não apenas assistir ao que acontece dentro da empresa.

Isso exclui as soluções superficiais, as quais não são bem analisadas dentro das empresas. Elas querem novos projetos, não repetição do que já existe no mercado.

Iniciativa
Ousadia é a palavra chave entre os executivos. Para o seu próprio sucesso profissional e da empresa, é preciso ter iniciativa, conquistada com muita ousadia e, é claro, ética. Quem não arrisca, não consegue resultados.

Tenha alma renovadora, isso que diferencia o empreendedor do empresário e que faz com que você seja reconhecido pelo que faz.

Autoconfiança
Acreditar no potencial não implica arriscar, sem ter noção de que caminho irá seguir. É necessário obedecer estágios, respeitar o plano de carreira e se basear na própria realidade financeira.

Boa postura
Ter uma boa postura e saber como reagir em diversas circunstâncias abrem muitas portas para executivos. Muitas vezes, as pessoas cometem gafes e sequer percebem. Com isso, tanto a imagem do funcionário como a da empresa que representa ficam prejudicadas.

As pessoas têm que ser agradáveis, escolher bem os assuntos que abordarão, o tom de voz, as roupas. Nada pode ser forçado.

Autocontrole
O autocontrole não diz respeito somente aos momentos em que alguém faz algo que o incomode muito. Imagine uma conversa dentro do seu escritório, da qual você não está participando.

De repente alguém fala sobre algum assunto que você realmente conhece e tem muitas informações a respeito. Você consegue ficar calado? Se a resposta for positiva, parabéns. Poucas pessoas conseguem se controlar nesta situação. Agora, se isso acontece de vez em quando é normal, já que em alguns momentos é preciso ajudar.

No entanto, se isso acontece a todo o momento, cuidado! Você pode estar atrapalhando. As pessoas que estão conversando, se precisarem de sua ajuda, certamente irão pedir. Além disso, responder às dúvidas delas pode parecer que você quer apenas "aparecer" ou mostrar-se superior. Fique atento!

Criatividade
Cada vez mais a criatividade tem sido vista como um diferencial no mercado de trabalho e instrumento preponderante para quem deseja crescer na carreira, principalmente entre os que ocupam cargos mais altos na hierarquia de uma empresa.

Pontualidade
A reunião está marcada para as 15h e são 14h55 e você ainda está no trânsito, o que quer dizer que certamente chegará atrasado. A atividade deve ser entregue na terça-feira, mas é noite de domingo e você está longe da conclusão.

Pois saiba que este tipo de atitude é sintoma da falta de pontualidade, postura que demonstra um comportamento negativo no mercado corporativo. Imprevistos acontecem, mas não deixe virar rotina.

Reciclagem
Nenhuma empresa quer apenas uma máquina em frente ao computador, fazendo somente aquilo que mandam. Além de executar as atividades diárias, o que é fundamental, é preciso buscar novos conceitos.

É preciso experimentar e abrir mão de preconceitos que podem somente prejudicar sua carreira. É claro que neste processo existe a questão do medo, o que é normal, já que estamos falando de seres humanos e não máquinas.

Organização
A organização pode ser o veículo que conduz a empresa à maior produtividade. Já os executivos, com metas mais claras, infra-estrutura melhor composta, esquema de trabalho definido, entre outros benefícios conquistados, podem enfim realizar o sonho de dedicar tempo e energia à própria vida.

Com a realização alcançada por ambas as forças, o resultado tende a ser o melhor possível: equipe motivada e trabalho eficiente!
Fonte:http://www.administradores.com.br/noticias/negocios/executivo-veja-qual-o-comportamento-ideal-para-alcancar-o-sucesso/12186/]
Lígia Amorim
ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA E AS DIFICULDADES NA GESTÃO DA SAÚDE

A Administração Pública atual tem como marco regulatório o Decreto-lei n.º 200, de 1967, o qual necessita urgentemente ser revisto para que se possa dotar a administração de uma modernidade compatível com a realidade dos dias de hoje, ante a grande complexidade que o crescente número de serviços públicos vem exigindo da Administração. Nos anos 1980 se discutiu a implantação do modelo gerencialista na Administração Pública, que consiste em transpassar para o setor público os princípios da gestão empresarial que se funda na lógica do lucro, na lógica econômica. A questão é que a administração pública pouco se modernizou, enquanto o mundo empresarial – dentro de sua lógica de maior eficiência para obtenção de maior lucro – continuou buscando inovar-se frequentemente para manter-se em coerência com o mundo globalizado. A Administração Pública, ao pretender trazer para o público as inovações privadas que visam ao desempenho, ao resultado, à eficiência, eficácia, racionalidade de gastos etc., até poderia ser louvada se atentasse para a sua finalidade que é a efetividade dos direitos garantidos constitucionalmente e não o lucro; entretanto, nem mesmo as inovações necessárias para um melhor desempenho ocorreram. Os padrões administrativos continuam antiquados, tradicionais. Nem se adotaram inovações do setor privado no âmbito público – com as necessárias adaptações diante da ausência de lucro com que o Estado atua – nem se buscaram novas formas de agir administrativo que pudessem melhorar o desempenho e a eficiência da Administração Pública, aumentando-se, por exemplo, o controle social e diminuindo o controle a posteriori que deixa a desejar no tocante à melhoria dos serviços públicos. Além do mais, os modelos jurídicos tradicionais – autarquias e a fundação pública de direito público – não são mais capazes de dar conta de atuar em uma Administração Pública crescente na medida do aumento da população – 190 milhões de cidadãos. Há uma profunda insatisfação do cidadão em relação aos serviços públicos que são insuficientes e sem qualidade e conforme diz Cassese.


Font:http://cebes.com.br/site/wp-content/uploads/2014/08/livro-colecao-pensar-em-saude.pdf#page=68

                                              Beatriz Ferreira
COMPORTAMENTO EXECUTIVO


Quando se trata de ser o chefe de uma empresa ou ocupar um alto cargo executivo, cabe à pessoa em questão tornar-se o espelho da empresa a qual representa. 


Para obter o alto cargo, esta pessoa preparou-se arduamente, cursando os estudos para qualificar-se, o que lhe confere capacidade para o seu desempenho laboral.

Uma vez alcançado o seu objetivo, esta pessoa deve-se lembrar que a aparência pessoal é o seu cartão de visita, por isso jamais descuidar o trato, pois ele projeta com o seu estilo a imagem da empresa ou corporação a qual representa. Neste momento de construção de imagem,o se faz importante a escolha apropriada das roupas, os acessórios, e para completar a sua atitude pessoal. 

A sua maneira de se apresentar e de agir denunciam quem você é. Esta imagem deverá estar de acordo com o que se pretende mostrar de si próprio ,tanto quanto o cargo que se ocupa. O bom senso deve prevalecer, e em caso de surgir alguma dúvida a respeito de como se vestir, o menos é sempre melhor para evitar qualquer exagero. A imagem deve ser coerente com o cargo que desempenha, assim transmitirá segurança e credibilidade.

A principal forma de expressão é a fala. Com ela expressa-se as ideias, pensamentos e sentimentos, revelam o que temos por dentro. A linguagem deverá ser correta e clara, é preciso o uso de um vocabulário apurado, eliminando o emprego de gírias ou expressões banais. O domínio do idioma, tanto na fala como na escrita se faz imprescindível, levando em consideração que o uso correto das palavras denuncia o seu preparo e boa educação, lhe permitindo transitar com desenvoltura em qualquer ambiente.

Ao enviar e-mail, fax ou cartas, deve-se tomar cuidado com os erros de ortografia e gramática, jamais deixe para trás qualquer erro ou dúvida, por menor que seja corrija à tempo. Nesta hora, o uso do dicionário jamais será demais, consulte-o sempre. Uma boa redação confere e status e condiz com o que se espera da pessoa.

 que evitar para as Mulheres:
1. Decotes exagerados
2. Saias muito curtas 
3. transparências
4. Maquiagem em excesso 
5. Unhas descuidadas
6. Vestidos colados ou calças muito justas
7. Saltos muito altos
8. Exagero com bijuterias 
9. Perfume em 
excesso


O que evitar para os Homens:
1. Ternos amassados
2. Colarinhos e punhos puídos
3. Gravatas com manchas
4. Sapatos sem brilho
5. Cabelos compridos
6. Barba mal feita
7. Meias brancas
8. Tênis
9. Perfume em 
excesso

ALUNA: ANA KELLY DANTAS AGUIAR

FONTE:http://missetiqueta.blogspot.com.br/2011/06/executivo-comportamento-com-classe-de-o.html


AGRAVOS E AÇÃO DICIPLINAR

O QUE SÃO AGRAVOS DISCIPLINAR

É chamado de agravo  nas ciências jurídicas o recurso utilizado contra uma decisão interlocutória (não decisória) tomada por juiz durante um processo. É diferente da apelação contra a sentença ou decisão final do tribunal. Sua previsão está no artigo 496, inciso II, (a simples menção e previsão do recurso) e 522 a 529 do Código de Processo Civil (artigos destinados a tratar das regras de interposição do recurso), além de várias leis avulsas, como a 9139 de 1995, 10352 de 2001, 11187 de 2005 (Nova Lei de Agravo), e a mais recente a 12322 de 2010.
O recurso de agravo não pode ser manejado quando se pretende opor-se aos despachos de mero expediente, conforme se depreende do artigo 504 do CPC. Devem ser considerados despachos de mero expediente todos aqueles atos praticados pelo magistrado, de ofício ou a requerimento da parte, que não se constituam em sentenças ou decisões interlocutórias.
Recentemente a Lei 12.322 de setembro de 2010 instituiu o novo agravo em todos os tribunais superiores do país. A medida busca tornar os trâmites processuais menos burocráticos e mais rápidos, extinguindo a dupla tramitação.
Com a nova lei, assim que o tribunal superior acatar o recurso o processo percorre o caminho natural, sem necessidade de esperar pela chegada dos originais.

MARCOS ANTÔNIO ANDRADE SANTOS 

FONTE: http://www.infoescola.com/direito/agravo/

PARA MAIS INFORMAÇÕES: Reforma do Recurso de Agravo. Disponível em <http://www.escritorioonline.com/webnews/noticia.php?id_noticia=6834>.
 

direito administrativo disciplinar

1 CONCEITOS E DEFINIÇÕES
 
como ramo do Direito Administrativo que tende regular as relações disciplinares entre o Estado-Administração e seu corpo funcional, ou seja, tem em vista a normatização dos deveres dos servidores, suas proibições, a apuração das faltas cometidas pelos mesmos, bem como o bom emprego da respectiva sanção disciplinar, objetivando, desse modo, permitir o bom funcionamento da máquina administrativa em acordo com os preceitos legais que norteiam a Administração Pública.”
O Direito Administrativo Disciplinar se configura por interposição de um conjunto de regras e princípios que se atraem, adquirem conexão e que gravitam em torno de um núcleo fundamental comum, consistente na necessidade e no interesse de se aperfeiçoar progressivamente o serviço público no âmbito interno da Administração Pública. (MEIRELLES, 2008, p. 109).
Para que o objetivo do Direito Administrativo Disciplinar possa ser alcançado, a Administração Pública deve adotar, no desenvolvimento de suas atividades administrativas, uma desejável disciplina, resultante das regras jurídicas constituídas, que descrevem condutas e impõem sanções.
Enquanto não há avaria a essa ordem jurídica vigente, esse dever disciplinar antepara os ilícitos administrativos e faz com que a Administração cumpra o seu verdadeiro papel, isto é, de satisfazer direta, concreta e de imediato os interesses públicos primários da coletividade. Porém, quando ocorre qualquer dano à ordem jurídica e há, em conseqüência, a ruptura da disciplina, cabe à própria Administração o dever de restaurar a ordem jurídica violada e perseguir o seu objeto imposto pelo Direito, para isso, deve agir com reparação contra o seu infrator, representada pela imposição de uma penalidade administrativa. Nasce daí, pois, para a Administração, o jus puniendi administrativo em relação aos servidores públicos civis faltosos.

2. FINALIDADE DO DIREITO ADMINISTRATIVO DISCIPLINAR

O Direito Administrativo Disciplinar, tendo em vista estar investido do poder de aplicar pena de sanções aos administrados que infringirem atos ou disposições legais ou regulamentares da Administração Pública vem sendo comparado ao Direito Penal.
A ciência penal deseja, em última análise, prevenir o crime ou a contravenção e, pela ocorrência de qualquer deles, reintegrar a ordem jurídica social naquela normalidade propícia ao interesse e às felicidades coletivas. Ora, guardadas as proporções, não vemos como encontrar outra de analogia senão nesta mesma finalidade penalista para o Direito Administrativo Disciplinar, que tem a sua existência justificada, repetimos, na perfectibilidade do comportamento físico e individual dos servidores, para o crescente bem estar coletivo do organismo estatelo Direito Administrativo Disciplinar também se depara intimamente ligado ao Direito Processual Penal, empregando suas normas processuais, com a finalidade de tornar concretizada a aplicação do direito material, buscando a apuração dos atos irregulares existentes dentro dos órgãos públicos e praticados pelos administrados, com fulcro no fim pretendido pela Administração Pública, que é a legalidade de seus atos e de seus agentes.

fonte:
http://www.ambitojuridico.com.br/site/index.php?n_link=revista_artigos_leitura&artigo_id=7001

postado por: Tiago Barbosa dos Santos

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

Delegação de autoridade 

  Ser um líder nos dias de hoje não é uma tarefa muito fácil, dada a variedade de perfis profissionais que precisam ser liderados nas empresas. São pessoas de todos os tipos, origens e formações, com capacidades e habilidades diferentes, carregando sonhos e ambições distintas. Por isso, é importante saber exatamente como liderar essas pessoas.
 E um segredo para liderar bem e manter a equipe sob controle, mantendo sua motivação em alta é saber exatamente como delegar autoridade a seus colaboradores. Porém, nem todo profissional sabe o que é realmente delegar autoridade a alguém, muito menos sabe quais são as técnicas de delegação existentes.
 Por isso, hoje falaremos um pouco sobre o que é e como funciona a delegação de autoridade.

O que é a delegação de autoridade?

Segundo Idalberto Chiavenato, em sua obra “Introdução à Teoria Geral da Administração“, delegação é “o processo de transferir autoridade e responsabilidade para posições inferiores na hierarquia”. Esta delegação de autoridade possui diversas técnicas que podem ser utilizadas para maximizar o seu alcance. Chiavenato, na mesma obra.

Beatriz Ferreira