segunda-feira, 9 de junho de 2014

Venda De Papelão No Brasil

Venda de papelão ondulado no Brasil cai 1,5% sobre 2013

Na comparação com abril, mês mais curto que maio, as vendas do insumo subiram 4,69%Caixas de papelão

São Paulo - A venda de papelão ondulado no Brasil em maio caiu 1,5 por cento sobre um ano antes, para 288.928 toneladas, informou nesta segunda-feira a entidade que representa o setor, citando dados preliminares.
Na comparação com abril, mês mais curto que maio, as vendas do insumo, considerado um dos termômetros daeconomia, subiram 4,69 por cento.
No acumulado deste ano até maio, as vendas de papelão ondulado somam 1,391 milhão de toneladas, alta de 0,35 por cento sobre os cinco primeiros meses de 2013.
Às 10h48, as ações da Klabin, importante fabricante de papel para embalagens no país, registravam queda de 0,45 por cento, enquanto o Ibovespa tinha variação positiva de 0,08 por cento.


Marcos Antônio Andrade Santos
Fonte:http://exame.abril.com.br/economia/noticias/venda-de-papelao-ondulado-no-brasil-cai-1-5-sobre-2013
Mercado baixa previsão de alta do PIB de 2014 pela 2ª semana seguida

Projeção do mercado para o crescimento deste ano recuou para 1,44%.
Estimativa para o IPCA de 2014 permanece estável em 6,47%, diz BC.

O mercado financeiro reduziu, pela segunda semana seguida, a previsão de crescimento da economia brasileira para este ano, que passou de 1,5% para 1,44%, informou o Banco Central nesta segunda-feira (9), por meio de seu relatório de mercado, também conhecido como Focus.
O documento é fruto de uma pesquisa com mais de 100 instituições financeiras. Para 2015, a estimativa de expansão do Produto Interno Bruto (PIB) caiu de 1,85% para 1,80%.
O PIB é a soma de todos os bens e serviços feitos em território brasileiro, independentemente da nacionalidade de quem os produz, e serve para medir o crescimento da economia.
No relatório Focus divulgado na semana passada, a previsão de crescimento da economia havia passado de 1,63% para 1,5%.
A revisão para baixo da estimativa de crescimento do PIB do mercado financeiro para 2014 aconteceu após a divulgação do resultado do primeiro trimestre. No fim de maio, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou que a economia do país registrou expansão de 0,2% nos três primeiros meses do ano, em relação ao quarto trimestre de 2013, com destaque para o bom desempenho da agropecuária.
O aumento do PIB do país previsto para 2014 pelo mercado financeiro continua abaixo do estimado no orçamento federal, de 2,5%, e também menor que a previsão divulgada pelo Banco Central em março, de alta de 2%.
Inflação
Os analistas do mercado financeiro mantiveram inalterada, na semana passada, em 6,47% a previsão para 2014 do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado a inflação oficial do país e calculado pelo IBGE.
Com isso, o valor permanece próximo do teto de 6,5% do sistema de metas de inflação para o ano. A previsão chegou a ultrapassar o teto em abril, mas depois recuou. Para 2015, a expectativa do mercado para o IPCA subiu de 6,01% para 6,03% na semana passada.
Pelo sistema que vigora atualmente no Brasil, a meta central tanto para 2014 quanto para 2015 é de 4,5%. Entretanto, há um intervalo de tolerância de dois pontos percentuais para cima ou para baixo. Desse modo, o IPCA pode oscilar entre 2,5% e 6,5% sem que a meta da autoridade monetária seja formalmente descumprida.
Taxa de juros
O mercado financeiro também manteve a estimativa de que a taxa básica de juros (Selic) da economia brasileira ficará estável, no atual patamar de 11% ao ano, até o fechamento de 2014.
No fim de maio, a taxa foi mantida estável pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central – o que interrompeu um ciclo de nove altas consecutivas ao longo de 13 meses. Para o fim de 2015, a previsão dos analistas para o juro básico da economia permaneceu em 12% ao ano.
Câmbio, balança comercial e investimentos estrangeiros
Nesta edição do relatório Focus, a projeção do mercado financeiro para a taxa de câmbio no fim de 2014 permaneceu em R$ 2,40 por dólar. Para o término de 2015, a previsão dos analistas para a taxa de câmbio ficou estável em R$ 2,50 por dólar.
A projeção para o superávit da balança comercial (resultado do total de exportações menos as importações) em 2014 recuou de US$ 3 bilhões para US$ 2,25 bilhões na semana passada. Para 2015, a previsão de superávit comercial ficou estável em US$ 10 bilhões.
Para este ano, a projeção de entrada de investimentos estrangeiros diretos no Brasil permaneceu em US$ 60 bilhões. Para 2015, a estimativa dos analistas para o aporte de investimentos estrangeiros ficou inalterada em US$ 55 bilhões.

http://g1.globo.com/economia/mercados/noticia/2014/06/mercado-baixa-previsao-de-alta-do-pib-pela-segunda-semana-seguida.html
Letícia Costa

Tarifa de energia sobe menos, e inflação pelo IPC-S desacelera

A tarifa de eletricidade residencial subiu menos e influenciou o comportamento da inflação pelo Índice de Preços ao Consumidor - Semanal (IPC-S), que perdeu força na primeira semana de junho. A variação foi de 0,46%, 0,06 ponto percentual abaixo da taxa registrada na última divulgação da Fundação Getulio Vargas (FGV).
Das oito classes de despesa pesquisadas pela FGV, cinco apresentaram decréscimo em suas taxas de variação, com o maior destaque para habitação, que recuou de 0,68% para 0,56%. Dentro desse grupo, a maior influência partiu do item tarifa de eletricidade residencial, cuja taxa passou de 2,84% para 1,92%.
Também registraram decréscimo em suas taxas de variação os grupos saúde e cuidados pessoais (de 0,76% para 0,60%); alimentação (de 0,45% para 0,39%); educação, leitura e recreação (de 0,78% para 0,62%); e vestuário (de 0,29% para 0,17%).
Na contramão, ficaram maiores as variações de comunicação (de 0,02% para 0,18%); transportes (de 0,27% para 0,31%); e despesas diversas (de 0,93% para 1,10%).
Veja os destaques para cada produto:
Tarifa de telefone residencial (-0,08% para 0,15%)
Seguro facultativo para veículo (0,84% para 1,49%)
Jogo lotérico (7,29% para 9,55%)
Medicamentos em geral (1,20% para 0,57%)
Hortaliças e legumes (-1,42% para -2,77%)
Show musical (4,57% para 2,87%)
Roupas (0,27% para 0,03%)

fonte:http://g1.globo.com/economia/noticia/2014/06/tarifa-de-energia-sobe-menos-e-inflacao-pelo-ipc-s-desacelera.html

Postado por:Tiago Barbosa dos Santos


Espanha é a equipe de maior valor econômico da Copa, diz pesquisa

Estudo do site Transfermarkt diz que o time espanhol vale US$ 916 milhões.
Alemanha aparece em segundo lugar e o Brasil, em terceiro.


 A Espanha é a seleção de maior valor econômico da Copa do Mundo de 2014, segundo um estudo do site Transfermarkt, que avalia os 23 jogadores da "Roja" por um preço total de US$ 916 milhões.
No levantamento, também divulgado na revista "Time", a Alemanha aparece em segundo lugar (US$ 828 milhões) e o Brasil, em terceiro (US$ 689 milhões).
O Top 5 é completado por França (US$ 607 milhões) e Argentina (US$ 577 milhões).
Os 23 jogadores da seleção espanhola têm o valor de 9,5% dos 786 que participam do mundial, enquanto os atletas de Honduras representam apenas 0,32% do total.
Para determinar o valor de cada jogador, o estudo considerou fatores como as atuações individuais e com a equipe, experiência internacional, o histórico dos contratos de cada atleta e a idade.
messi (Foto: AP)O jogador de maior valor é o argentino Lionel
Messi (Foto: AP)
Com isso, o jogador de maior valor é o argentino Lionel Messi, de 26 anos, avaliado em US$ 177 milhões.
O português Cristiano Ronaldo, 29, é o segundo, com US$ 147 milhões.
Na terceira posição ficaram empatados o uruguaio Edinson Cavani e o brasileiro Neymar, ambos avaliados em pouco mais de US$ 80 milhões.
Na lista individual, os jogadores espanhóis de maior valor são Andrés Iniesta (quinto), Cesc Fábregas (oitavo) e Sergio Busquets (11º).
O uruguaio Luis Suárez aparece em sétimo, o brasileiro Hulk em 10º e o argentino Kun Agüero em 11º, empatado com Busquets.
O zagueiro e capitão do Brasil, Thiago Silva, é o 17º na lista.
                                                                             Lígia Amorim

Balança comercial tem superávit de US$ 726 


BRASÍLIA  -  A balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 726 milhões na primeira semana de junho. O saldo é fruto de exportações no valor de US$ 5,322 bilhões e importações de US$ 4,596 bilhões.
No ano, o resultado está negativo em US$ 4,129 bilhões, com as exportações somando US$ 95,386 bilhões e as importações, US$ 99,515 bilhões.
Em razão do aumento das exportações de produtos básicos (+11,3% por conta, principalmente, de petróleo em bruto, carne suína e bovina, algodão em bruto, café em grão e farelo de soja), houve crescimento de 0,7% nas exportações, na comparação das médias da 1ª semana de junho de 2013 (US$ 1,057 bilhão) e junho de 2014 (US$ 1,064 bilhão).
Registraram queda as vendas de manufaturados (-12,9%, por conta de plataforma de produção de petróleo e gás, automóveis de passageiros, hidrocarbonetos, motores e geradores, açúcar refinado, autopeças, etanol e bombas/compressores) e semimanufaturados (-4,9%, pelas quedas em semimanufaturados de ferro/aço, açúcar em bruto e óleo de soja em bruto).
Na comparação com maio de 2014, o crescimento foi de 7,7%, em virtude do aumento nas vendas de produtos básicos (+1,8%), manufaturados (+14,5%) e semimanufaturados (+8,6%), pela média diária.
Nas importações, a média diária da 1ª semana de junho foi de US$ 919,2 milhões, queda de 2,3% na comparação com a primeira semana de junho de 2013 (US$ 941,3 milhões). Recuaram os gastos, principalmente, com adubos e fertilizantes (-33,6%), equipamentos mecânicos (-22,1%), veículos automóveis e partes (-16,3%), aparelhos eletroeletrônicos (-15,3%), borracha e obras (-12,3%), siderúrgicos (-9,5%) e plásticos e obras (-8,5%).
Ante maio de 2014, houve queda de 3,7%, pelas diminuições em adubos e fertilizantes (-43,2%), plásticos e obras (-12,8%), siderúrgicos (-9,5%), aparelhos eletroeletrônicos (-8,3%), borracha e obras (-7,8%) e equipamentos mecânicos (-5,5%).
Thalisson Domingos Dias Torres
Fonte:
http://www.valor.com.br/brasil/3578826/balanca-comercial-tem-superavit-de-us-726-milhoes-na-semana

Mercado baixa previsão de alta do PIB de 2014 pela 2ª semana seguida

O mercado financeiro reduziu, pela segunda semana seguida, a previsão de crescimento da economia brasileira para este ano, que passou de 1,5% para 1,44%, informou o Banco Central nesta segunda-feira (9), por meio de seu relatório de mercado, também conhecido como Focus.
O documento é fruto de uma pesquisa com mais de 100 instituições financeiras. Para 2015, a estimativa de expansão do Produto Interno Bruto (PIB) caiu de 1,85% para 1,80%.
O PIB é a soma de todos os bens e serviços feitos em território brasileiro, independentemente da nacionalidade de quem os produz, e serve para medir o crescimento da economia.
No relatório Focus divulgado na semana passada, a previsão de crescimento da economia havia passado de 1,63% para 1,5%.
A revisão para baixo da estimativa de crescimento do PIB do mercado financeiro para 2014 aconteceu após a divulgação do resultado do primeiro trimestre. No fim de maio, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou que a economia do país registrou expansão de 0,2% nos três primeiros meses do ano, em relação ao quarto trimestre de 2013, com destaque para o bom desempenho da agropecuária.
O aumento do PIB do país previsto para 2014 pelo mercado financeiro continua abaixo do estimado no orçamento federal, de 2,5%, e também menor que a previsão divulgada pelo Banco Central em março, de alta de 2%.
Inflação
Os analistas do mercado financeiro mantiveram inalterada, na semana passada, em 6,47% a previsão para 2014 do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado a inflação oficial do país e calculado pelo IBGE.
Com isso, o valor permanece próximo do teto de 6,5% do sistema de metas de inflação para o ano. A previsão chegou a ultrapassar o teto em abril, mas depois recuou. Para 2015, a expectativa do mercado para o IPCA subiu de 6,01% para 6,03% na semana passada.
Pelo sistema que vigora atualmente no Brasil, a meta central tanto para 2014 quanto para 2015 é de 4,5%. Entretanto, há um intervalo de tolerância de dois pontos percentuais para cima ou para baixo. Desse modo, o IPCA pode oscilar entre 2,5% e 6,5% sem que a meta da autoridade monetária seja formalmente descumprida.
Taxa de juros
O mercado financeiro também manteve a estimativa de que a taxa básica de juros (Selic) da economia brasileira ficará estável, no atual patamar de 11% ao ano, até o fechamento de 2014.
No fim de maio, a taxa foi mantida estável pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central – o que interrompeu um ciclo de nove altas consecutivas ao longo de 13 meses. Para o fim de 2015, a previsão dos analistas para o juro básico da economia permaneceu em 12% ao ano.
Câmbio, balança comercial e investimentos estrangeiros
Nesta edição do relatório Focus, a projeção do mercado financeiro para a taxa de câmbio no fim de 2014 permaneceu em R$ 2,40 por dólar. Para o término de 2015, a previsão dos analistas para a taxa de câmbio ficou estável em R$ 2,50 por dólar.
A projeção para o superávit da balança comercial (resultado do total de exportações menos as importações) em 2014 recuou de US$ 3 bilhões para US$ 2,25 bilhões na semana passada. Para 2015, a previsão de superávit comercial ficou estável em US$ 10 bilhões.
Para este ano, a projeção de entrada de investimentos estrangeiros diretos no Brasil permaneceu em US$ 60 bilhões. Para 2015, a estimativa dos analistas para o aporte de investimentos estrangeiros ficou inalterada em US$ 55 bilhões.

fonte:http://g1.globo.com/economia/mercados/noticia/2014/06/mercado-baixa-previsao-de-alta-do-pib-pela-segunda-semana-seguida.html

Postado por: Tiago Barbosa dos Santos

Taxa de juros média para consumidor sobe para 5,98% ao mês, diz Anefac

As taxas das operações de crédito voltaram a subir em maio, segundo pesquisa da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac). Essa é a 12º elevação seguida.
No caso de linhas de crédito para pessoa física, cinco das seis pesquisadas registraram aumento (juros do comércio, cheque especial, CDC bancos-financiamentos de automóveis, empréstimo pessoal – bancos e empréstimo pessoal – financeira) e uma ficou estável (cartão de crédito rotativo).
A taxa de juros média geral para pessoa física passou de 5,96% ao mês (100,31% ao ano) em abril para 5,98% ao mês (100,76% ao ano) em maio – a maior desde agosto de 2012.
No caso das três linhas de crédito para empresas pesquisadas, todas apresentaram taxas maiores. A taxa de juros média geral passou de 3,39% ao mês (49,19% ao ano) em abril para 3,41% ao mês (49,54% ao ano) em maio, a maior desde agosto de 2012.
Para o diretor executivo de estudos e pesquisas econômicas da entidade, Miguel José Ribeiro de Oliveira, essas elevações podem ser atribuídas tanto à expectativa de que o Banco Central pudesse elevar novamente a taxa básica de juros, a Selic, na última reunião, bem como ao cenário nacional com expectativa de piora nos índices de inflação e crescimento econômico.

fonte:http://g1.globo.com/economia/noticia/2014/06/taxa-de-juros-media-para-consumidor-sobe-para-598-ao-mes-diz-anefac.html

Postado por:Tiago Barbosa dos Santos