segunda-feira, 4 de agosto de 2014


Mercado reduz pela 10ª vez seguida previsão de alta do PIB de 2014

Expectativa para o crescimento da economia recua de 0,90% para 0,86%.
Previsão para o IPCA deste ano, por sua vez, cai de 6,41% para 6,39%.

Alexandro MartelloDo G1, em Brasília

Pela décima semana seguida, os economistas do mercado financeiro reduziram as estimativas para o crescimento da economia brasileira este ano. A previsão, agora, é que o Produto Interno Bruto (PIB) cresça 0,86% – na semana anterior, a alta prevista era de 0,9%. Para 2015, a previsão do mercado para a alta do PIB ficou estável, em 1,5%.
Os economistas também reduziram, na semana passada, a estimativa para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 2014. Os dados são do Boletim Focus, divulgado pelo Banco Central, resultado de pesquisa com mais de 100 instituições financeiras.
PIB e juros
Para conter a inflação, o BC subiu os juros entre abril do ano passado e maio deste ano, influenciando também o ritmo de atividade. Com taxas maiores, há redução do crédito e do dinheiro em circulação, assim como do número de pessoas e empresas dispostas a consumir, o que tende a fazer com que os preços caiam ou parem de subir.
No fim de maio, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou que a economia do país cresceu 0,2% nos três primeiros meses de 2014, em relação ao quarto trimestre de 2013, com destaque para o bom desempenho da agropecuária.
A expansão do PIB do país previsto para 2014 pelo mercado financeiro, de 0,86%, continua abaixo do estimado no orçamento federal, de 1,8%, e também menor que a previsão divulgada pelo Banco Central no fim de junho, de alta de 1,6%.
O PIB é a soma de todos os bens e serviços feitos em território brasileiro, independentemente da nacionalidade de quem os produz, e serve para medir o crescimento da economia.
Com isso, o valor se distanciou um pouco mais do teto de 6,5% do sistema de metas de inflação para o ano. A previsão chegou a ultrapassar o teto em abril, mas depois recuou. A boa safra agrícola no Brasil e em outros países tem ajudado a aliviar os preços.Inflação
O mercado financeiro também previu menos inflação para este ano. Os economistas dos bancos reduziram de 6,41% para 6,39% sua previsão de 2014 para o IPCA – considerado a inflação oficial do país e calculado pelo IBGE. Foi a terceira queda seguida do indicador.
Para 2015, a expectativa dos economistas dos bancos para o IPCA, porém, subiu de 6,21% para 6,24% – na terceira elevação consecutiva.
Pelo sistema que vigora atualmente no Brasil, a meta central tanto para 2014 quanto para 2015 é de 4,5%. Entretanto, há um intervalo de tolerância de dois pontos percentuais para cima ou para baixo. Desse modo, o IPCA pode oscilar entre 2,5% e 6,5% sem que a meta seja formalmente descumprida.
Taxa de juros
A previsão do mercado financeiro para a taxa básica de juros (Selic) da economia brasileira, por sua vez, foi mantida em 11% ao ano até o fechamento de 2014. Em julho, o BC manteve a taxa estável neste patamar pelo segundo encontro seguido do Comitê de Política Monetária (Copom). Para o fim de 2015, a previsão dos analistas para o juro básico da economia permaneceu em 12% ao ano.
Câmbio, balança comercial e investimentos estrangeiros
Nesta edição do relatório Focus, a projeção do mercado financeiro para a taxa de câmbio no fim de 2014 ficou estável em R$ 2,35 por dólar. Para o término de 2015, a previsão dos analistas para a taxa de câmbio permaneceu em R$ 2,50 por dólar.
A projeção para o superávit da balança comercial (resultado do total de exportações menos as importações) em 2014 permaneceu em US$ 2 bilhões na semana passada. Para 2015, a previsão de superávit comercial recuou de US$ 9,4 bilhões para US$ 8,5 bilhões.
Para este ano, a projeção de entrada de investimentos estrangeiros diretos no Brasil permaneceu em US$ 60 bilhões. Para 2015, a estimativa dos analistas para o aporte de investimentos estrangeiros ficou estável em US$ 55 bilhões.
                                Lígia Amorim
http://g1.globo.com/economia/mercados/noticia/2014/08/mercado-reduz-de-novo-previsao-de-alta-do-pib-e-da-inflacao-neste-ano.html
Técnico em Gerência em Saúde
O Curso Técnico em Gerência em Saúde tem o propósito de formar profissionais para o exercício das atividades administrativas e gerenciais no âmbito da saúde para atuar de forma participativa, crítica e ética. Esses profissionais têm possibilidades de atuação em hospitais, clínicas, postos e unidades de saúde públicos e/ou privados.
A Matriz Curricular de Referência do curso Técnico em Gerência em Saúde foi elaborada com base nas orientações desenvolvidas pelos professores do Grupo de Pesquisa Currículo Referência. Os trabalhos foram realizados em diversos encontros presenciais e aprofundados em discussões virtuais entre os integrantes do grupo de trabalho do eixo Ambiente, Saúde e Segurança.
Realizaram-se estudos com professores do curso para definir o perfil profissional, as competências atitudinais e cognitivas e as habilidades do Técnico em Gerência em Saúde, bem como as bases tecnológicas e ementas do Curso. As referências bibliográficas utilizadas para a elaboração da Matriz foram buscadas nas obras das áreas de gestão e saúde, no Catálogo Nacional de Cursos Técnicos e nos Referenciais Curriculares Nacionais da Educação Profissional de Nível Técnico.
Desse modo coletivo e construtivo, a Matriz do curso Técnico em Gerência em Saúde recebeu a forma adequada para compor o Currículo de Referência dos Cursos Técnicos a Distância do Sistema e-Tec Brasil. A matriz poderá ser utilizada como referência para as instituições de ensino de todo o país, na oferta do curso Técnico em Gerência em Saúde.
Esta Matriz Curricular de Referência soma 1.200 horas, distribuídas em 27 disciplinas das quais 08 integram o curso nos demais eixos, 01 integra o curso no próprio Eixo e 18 são de natureza específica do curso.

Fonte:http://www.etec.ufsc.br/file.php/1/cr/ASS/ASS_C_GS.html

Aluna:Ana Kelly Dantas Aguiar 

quinta-feira, 31 de julho de 2014

O que é Economia?

Economia é o conjunto de atividades desenvolvidas pelos homens visando a produção, distribuição e o consumo  de bens e serviços necessários à sobrevivência e à qualidade de vida.
Economia Capitalista é a organização das atividades econômicas por meio do mercado, baseada na propriedade privada e na qual a grande maioria das transações é mediada pelo dinheiro.
A Ciência Econômica é uma ciência social, que estuda o funcionamento da Economia Capitalista, sob o pressuposto do comportamento racional do homem econômico, ou seja, da busca da alocação eficiente dos recursos escassos entre inúmeros fins alternativos. Nesse sentido, a Ciência Econômica visa compreender como a Economia resolve os três problemas econômicos básicos: 1) O quê e quanto produzir? 2) Como produzir? e 3) Para quem produzir? Ou seja, o estudo da eficiência e da equidade. Contudo, no mundo contemporâneo, a sustentabilidade da produção para as gerações futuras se impõem como um quarto problema econômico básico, exigindo que se repense o crescimento econômico e o próprio sentido coletivo do consumo em permanente expansão sem propiciar um verdadeiro bem-estar às sociedade humanas.
Adicionalmente, não se pode desprezar o fato de que a Ciência Econômica é Multidisciplinar, na medida em que estuda a produção e consumo da imensa variedade de bens e serviços existentes, os quais envolvem concepções e determinantes inerentes a outras ciências, como as da Agronomia, da Engenharia, do Trabalho, da Educação, da Saúde, da Nutrição, da Política, entre tantas outras.
A Ciência Econômica possui diversas correntes e divisões. Do ponto de vista da corrente neoclássica, a Economia é estudada em dois níveis: a Microeconomia e a Macroeconomia.
A Microeconomia é o ramo da Ciência Econômica que estuda a formação de preços, a principal variável que orienta a alocação de recursos no contexto das Economias Capitalistas. Discute a funcionalidade do mercado para garantir a  organização e distribuição eficientes dos recursos escassos. Sua unidade de análise são os mercados específicos, examinando o comportamento e a interação dos agentes (consumidores e produtores).
A Macroeconomia é o ramo da Ciência Econômica que estuda o comportamento da Economia como um todo, tendo como focos o Produto, o Emprego, a Inflação, e o Comércio Internacional. É o campo que embasa a atuação do  Estado em suas três funções fundamentais: Alocativa, Distributiva e Estabilizadora.

POSTADO POR : Tiago Barbosa dos Santos

 fonte :http://www.fea.usp.br/conteudo.php?i=202

sexta-feira, 25 de julho de 2014

Bolsa Família é exemplo de política em que todos ganham, diz estudo da ONU


O mais recente Relatório para o Desenvolvimento Humano, da Organização das Nações Unidas, defende um conjunto de medidas de proteção social e regulação estatal para combater a pobreza e a desigualdade no mundo.
O estudo afirma que os programas Bolsa Família, do Brasil, e Oportunidades, do México, são “exemplos de políticas ganha-ganha”.
Para a ONU, as iniciativas tiveram um duplo papel após 2008. No curto prazo, suavizaram os efeitos negativos da crise internacional sobre o poder de compra dos mais pobres, ajudando a manter o nível de consumo. Adicionalmente, trouxeram benefícios de longo prazo uma vez que as famílias, para receberem o benefício, precisam manter os filhos na escola.
Programas de transferência de renda, diz o estudo, foram importantes para diminuir o impacto que a população sofreu com o aumento dos preços de alimentos que se seguiu à crise de 2008.
Segundo o relatório, o Bolsa Família contribuiu com 20% a 25% da redução da desigualdade no país em 2008 e 2009, ao custo de 0,3% do PIB (Produto Interno Bruto).
Mas os programas de transferência de renda, como o Bolsa Família, são apenas uma das iniciativas possíveis para combater a pobreza, reduzir a vulnerabilidade da população e construir resiliência na sociedade, afirma a entidade.
Os governos devem atuar, também, por meio de regulação financeira e de políticas macroeconômicas que possibilitem diminuição da pobreza, segundo o estudo. Ainda, o relatório defende que os países ofereçam à população acesso universal à saúde e à educação e também uma rede de proteção social.
“Todos os indivíduos têm igual valor e têm o mesmo direto de proteção e ajuda. Portanto, é preciso haver um amplo reconhecimento de que aqueles mais expostos a riscos e ameaças, as crianças ou pessoas com deficiência podem requerer apoio adicional para que suas chances na vida sejam iguais às dos demais”, afirmou o estudo.
Salário mínimo
Outro ponto defendido no relatório é o aumento do salário mínimo, apesar de vários economistas no Brasil afirmarem que tal política provocou redução da produtividade das empresas.
“O salário mínimo deve ser aumentado para estimular [a economia] a se mover na direção de atividades de produtividade mais alta”, afirma o texto. Essa frase remete a uma nota de rodapé que diz: “O aumento do salário mínimo foi uma resposta à crise no Brasil e contribuiu para aumentar os salários e a distribuição de renda”.
Em seguida, o texto acrescenta: “As reformas do modelo neoliberal no mercado de trabalho precisam ser cuidadosamente reavaliadas da perspectiva da redução da vulnerabilidade do emprego''.
Opinião
Já manifestei, neste blog, que sou favorável ao Bolsa Família, como política emergencial, para que as pessoas que não tiveram oportunidades possam ao menos se alimentar e tenham um incentivo para não tirar os filhos da escola.
Programas de transferência de renda são necessários e devem ser executados ao mesmo tempo em que se tomam medidas liberalizantes, até que estas produzam seus efeitos de longo prazo. O objetivo tem que ser o de precisarmos cada vez menos de iniciativas como o Bolsa Família.
É perfeitamente viável manter esse tipo de programa social ao mesmo tempo em que se controlam as contas públicas, afinal, o Bolsa Família não custa muito caro. Se conseguimos reservar cerca de R$ 100 bilhões por ano das receitas públicas para pagar juros, vale a pena fazer um esforço a mais para destinar mais R$ 25 bilhões para pessoas em situação de extrema pobreza. Principalmente porque os beneficiários são obrigados a manter seus filhos na escola.
Também já defendi, neste espaço, a importância de saúde e educação pagas pelo conjunto dos contribuintes, como forma de amenizar os impactos negativos da desigualdade de oportunidades.
Mesmo assim, fiquei surpreso com o Relatório para o Desenvolvimento Humano da ONU. Não apenas pela ênfase que seus autores dão às políticas sociais, mas, principalmente, por terem batido de frente com uma ideia que tem sido sustentada por parte dos economistas brasileiros, a de que é preciso impedir o aumento real do salário mínimo para evitar a perda de produtividade no país.
É verdade que os salários nos estratos sociais mais baixos têm subido mais do que a produtividade das empresas. O setor de serviços conseguiu, nos últimos anos, repassar para os preços parte da elevação de custos com pessoal - pressionando, portanto, a inflação. E a indústria, que não consegue fazer esse repasse porque concorre com produtos importados, sofre com isso e demite trabalhadores.
Apesar disso, acredito que a solução para o baixo crescimento econômico do país não deva se basear no congelamento do salário mínimo nem em decisões que levem ao aumento do desemprego.
O problema da baixa produtividade do país pode ser resolvido com outras medidas. Destaco a necessidade de o Estado abrir caminho para o setor privado deslanchar.
Se o governo tratar com respeito o tripé macroeconômico, acelerar o programa de concessões da infraestrutura e parar com intervenções diversas, como no caso da política de preços da Petrobras e da conta de luz, já tornará o cenário um pouco menos hostil ao investimento.
Ainda, temos um consumo do governo que correspondeu a 22% do PIB (produto interno bruto) no ano passado. Se conseguirmos reduzir gradativamente essa participação do Estado na economia, permitindo o desenvolvimento do setor privado, que é mais eficiente (desde que as empresas não vivam da proteção estatal), faremos, aos poucos, uma transição rumo a um ambiente econômico mais produtivo.
Reduzindo o peso da burocracia estatal, permitiremos que o setor privado se torne relativamente mais atraente, tanto para investidores como para trabalhadores, a ponto de voltar a crescer, gerar mais impostos e também serviços públicos melhores.
O problema é que essa transição provavelmente terá um custo social de curto ou médio prazo e, ainda por cima, contraria interesses de empresas que vivem de protecionismo estatal ou de ajuda pública. Até agora, nenhum dos candidatos explicou detalhadamente como vai fazer para reduzir o tamanho do Estado, ou seja, quais gastos eles pretendem cortar – se nos postos de saúde, nas salas de aula, nos cargos de confiança, nos concursos públicos (e em quais concursos) etc.
fonte : http://achadoseconomicos.blogosfera.uol.com.br/2014/07/24/bolsa-familia-e-exemplo-de-politica-em-que-todos-ganham-diz-estudo-da-onu/
                   Grazielle Rocha


Pela 1ª vez no ano, país não dependeu de especulador para equilibrar contas

O Brasil deixou de depender de especuladores para equilibrar suas contas externas em junho, algo que não acontecia desde novembro do ano passado.
O Banco Central divulgou nesta sexta-feira (25) que o balanço de pagamentos (diferença entre todo o dinheiro que entrou no país e o que saiu) ficou positivo em US$ 3,9 bilhões em junho, graças ao investimento estrangeiro direto, que é aplicado em empreendimentos no Brasil.
As contas externas, que são chamadas de balanço de pagamentos, são calculadas somando as transações correntes (que incluem exportações, importações, juros e viagens internacionais, entre outros) e a conta de capital e financeira (aplicações no mercado financeiro, investimento direto ou produtivo e empréstimos).
As transações correntes têm dado resultados negativos consecutivos desde outubro de 2007, com exceção de abril de 2009, quando ficaram positivas em apenas US$ 105 milhões.
Desde novembro, o que vinha equilibrando as contas externas era o capital financeiro, ou seja, dinheiro colocado por especuladores em títulos e ações no Brasil.
Agora, em junho, enquanto as transações correntes ficaram negativas em US$ 3,4 bilhões, o investimento estrangeiro direto foi de US$ 3,9 bilhões, uma soma suficiente para compensar o deficit sem depender de capital especulativo.
Da última vez que isso tinha acontecido, em novembro de 2013, as transações correntes tinham ficado negativas em US$ 5,1 bilhões, e os investimentos estrangeiros produtivos tinham sido de US$ 8,3 bilhões.

Investimento produtivo x especulação

Em caso de oscilações econômicas no cenário externo, os especuladores podem retirar seus investimentos do Brasil imediatamente.
No caso do investimento produtivo, a conta é considerada mais segura, porque, se uma empresa começou a construir ou ampliar uma fábrica no Brasil, por exemplo, dificilmente vai interromper a obra por causa de uma oscilação no mercado financeiro global.
É importante que o balanço de pagamentos se mantenha positivo ou equilibrado. Se a conta fica no vermelho, significa que saiu mais dinheiro do país do que entrou, o que quer dizer que o Brasil perdeu parte das reservas em moeda estrangeira que detém em seu poder.
O balanço de pagamento negativo tende, ainda, a desvalorizar a moeda nacional.

Balanço de pagamentos

O balanço de pagamentos não pode ser confundido com a balança comercial. O balanço inclui todas as transações do Brasil com o exterior, comerciais, de serviços ou financeiras. Ele se divide em duas partes: transações correntes e conta de capital.
As transações correntes incluem a balança comercial (exportações e importações), a balança de serviços (juros da dívida externa, remessas de lucros e dividendos, viagens internacionais etc), e as transferências unilaterais (dinheiro mandado por brasileiros de fora do país, por exemplo).
A conta de capital e financeira é formada por aplicações em Bolsa, investimentos estrangeiros diretos (a criação ou ampliação de uma fábrica, por exemplo) e empréstimos concedidos ao Brasil.
O resultado entre as transações correntes e a conta de capital é que mostra se o balanço de pagamentos está positivo ou negativo. Com resultado positivo, as r eservas internacionais do país crescem (quantidade de dólares em poder do governo).
FONTE : http://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2014/07/25/pela-1-vez-no-ano-pais-nao-dependeu-de-especulador-para-equilibrar-contas.htm

                   Grazielle Rocha

Economia do Brasil


                     


                           fonte:https://www.google.com.br/search?noj=1&biw=1600&bih=775&tbm=isch&sa=1&q=economia+do+brasil+2014&oq=economia+do+brasil+2014&gs_l=img.12...0.0.0.16397.0.0.0.0.0.0.0.0..0.0....0...1c..49.img..0.0.0.V5lOFPEnFkY#facrc=_&imgdii=_&imgrc=ox



                              nome:Duarte Cristiano Mendes da Silva

                                    

Via Varejo vê cenário pós-Copa com otimismo e margem estável

Empresa controlada pelo Grupo Pão de Açúcar espera manter o nível de margem bruta no segundo semestre, após 31,1 por cento de janeiro a jSão Paulo - A rede de lojas de móveis e eletroeletrônicos Via Varejo vê com otimismo o cenário de vendas após a Copa do Mundo, que catapultou vendas de televisores no segundo trimestre, afirmaram executivos da companhia nesta quarta-feira.

A empresa controlada pelo Grupo Pão de Açúcar espera manter o nível de margem bruta no segundo semestre, após 31,1 por cento de janeiro a junho, disse o diretor-presidente da Via Varejo, Líbano Barroso, em teleconferência com analistas.
A dona das bandeiras Casas Bahia e Ponto Frio divulgou no final da terça-feira alta de 26,5 por cento no lucro líquido ajustado do segundo trimestre ate mesmo período de 2013, apoiado em parte pelo calendário mais favorável.
O executivo afirmou ainda que a Via Varejo "vê vendas pós-Copa claramente superiores às do mesmo período do ano passado. É uma tendência de poucos dias, mas nos deixa animados e confiantes", disse Barroso.
Corroborando com a confiança de Barroso, o vice-presidente financeiro da companhia, Vítor Fagá, afirmou na teleconferência que a inadimplência dos consumidores no segundo trimestre e no início do terceiro está dentro do esperado para os períodos.
"Não vemos deterioração de carteiras (de financiamento) recentes que não esteja relacionada à sazonalidade", disse Fagá. Mas ele fez uma ressalva, diante das incertezas da economia: "Tem que prestar atenção ao cenário macro, para mudar estratégia caso seja necessário", disse ele.
Às 13h30, as units da Via Varejo mostravam queda de 1,6 por cento, a 24,90 reais, enquanto o Ibovespa tinha recuo de 1,11 por cento. Na semana passada, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou que as vendas no varejo brasileiro subiram 0,5 por cento em maio sobre abril, interrompendo três meses de queda.
Sem ver motivos para uma mudança nos planos, a companhia manteve a meta de abrir 70 lojas no Brasil este ano. No primeiro semestre, a Via Varejo abriu 14 lojas da bandeira Casas Bahia.
Ao mesmo tempo, a companhia fechou 32 lojas no segundo trimestre, dentro de acordo com o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), e mais 3 em virtude performance fraca.
"Estamos confortáveis com a abertura de 70 lojas este ano. As aberturas têm concentração maior no último trimestre do ano", afirmou Fagá.

Entre os novos projetos da empresa, o Fagá afirmou que a empresa espera manter a cobrança de frete de mercadorias a clientes ao longo do ano e que a empresa está testando a viabilidade de cobrança de taxa para montagem de móveis. O executivo não deu mais detalhes.unho

Fonte:http://exame.abril.com.br/negocios/noticias/via-varejo-ve-cenario-pos-copa-com-otimismo-e-margem-estavel
                                                               Camily Sousa