segunda-feira, 4 de agosto de 2014


39% abrem negócio sem saber capital necessário, diz Sebrae-SP

Falta de planejamento, deficiências na gestão e o comportamento do próprio empreendedor são as principais causas do fechamento de empresas em seus primeiros anos de atividade, aponta pesquisa divulgada nesta segunda-feira (4) pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de São Paulo (Sebrae-SP).De acordo com o estudo "Causa Mortis: o sucesso e o fracasso das empresas nos primeiros cinco anos de vida", 46% dos empreendedores afirmam ter começado o empreendimento sem conhecer os hábitos de consumo dos clientes nem o número de consumidores que teriam.  Do total, 39% ignoravam qual o capital de giro necessário para abrir a empresa e 38% não sabiam quantos concorrentes enfrentariam.A pesquisa revelou, ainda, que 49% dos empresários cujos negócios fecharam vieram a reconhecer o bom planejamento antes da abertura como o fator mais importante para a sobrevivência da empresa. Entre os que se mantiveram ativos no mercado, 36% consideram esse o aspecto mais relevante e 34% apontam a gestão após a abertura como fator mais significativo para a sobrevivência.O levantamento constatou, ainda, que 55% dos donos de empresas não elaboraram um plano de negócios antes da abertura. No documento, são listados detalhes do empreendimento como aspectos financeiros, mão de obra necessária, estratégias de marketing, perfil do público-alvo, pontos fortes e fracos, riscos e oportunidades.
http://g1.globo.com/economia/pme/noticia/2014/08/39-abre-negocio-sem-saber-capital-necessario-diz-sebrae-sp.html
Aluna: Adriana Alves Silva

Mercado reduz pela 10ª vez seguida previsão de alta do PIB de 2014



Pela décima semana seguida, os economistas do mercado financeiro reduziram as estimativas para o crescimento da economia brasileira este ano.

 A previsão, agora, é que o Produto Interno Bruto (PIB) cresça 0,86% – na semana anterior, a alta prevista era de 0,9%. Para 2015, a previsão do mercado para a alta do PIB ficou estável, em 1,5%.
Os economistas também reduziram, na semana passada, a estimativa para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 2014. Os dados são do Boletim Focus, divulgado pelo Banco Central, resultado de pesquisa com mais de 100 instituições financeiras.
http://g1.globo.com/economia/mercados/noticia/2014/08/mercado-reduz-de-novo-previsao-de-alta-do-pib-e-da-inflacao-neste-ano.html
Aluna: Adriana Alves Silva

Ações asiáticas têm leve alta por temores de mais queda em Wall Street

Tensões geopolíticas ofuscam dados dos Estados Unidos.
Índice japonês Nikkei atingiu mínima de uma semana.

Temores de mais quedas em Wall Street mantiveram as ações asiáticas na defensiva em sua maioria nesta segunda-feira (3), com receios sobre tensões geopolíticas ofuscando dados dos Estados Unidos que argumentaram contra um início mais cedo do ciclo de elevação de juros do banco central do país.
Às 7h45 (horário de Brasília), o índice MSCI que reúne ações da região Ásia-Pacífico com exceção do Japão avançava 0,45%, em grande parte porque as ações chinesas continuavam com um rali por sinais de que a economia está recuperando ímpeto após uma série de medidas de estímulo.
No entanto, o índice japonês Nikkei atingiu mínima de uma semana e investidores estavam cautelosos na maioria dos mercados desenvolvidos depois que o índice norte-americano S&P 500 perdeu 2,7% na semana passada, sua maior queda semanal em mais de dois anos para atingir uma mínima de dois meses.
Muitos mercados acionários mundiais tiveram um rali na maior parte deste ano com base em esperanças de que o crescimento econômico dos EUA irá acelerar enquanto, ao mesmo tempo, o Federal Reserve, banco central dos EUA, também manterá as taxas de juros em zero até pelo menos a metade do ano que vem para sustentar a economia.
Os dados de empregos nos EUA divulgados na sexta-feira deram poucos motivos para que o Fed corra para elevar os juros. Embora a criação de vagas tenha superado a marca de 200 mil pelo sexto mês consecutivo, a taxa de desemprego subiu para 6,2% e a renda média por hora cresceu em apenas um centavo, mostrando pouca pressão inflacionária.
fonte:http://g1.globo.com/economia/mercados/noticia/2014/08/acoes-asiaticas-tem-leve-alta-por-temores-de-mais-queda-em-wall-street.html

postado por: Duarte e Tiago

Ações europeias fecham em queda, puxadas por Alemanha e Suíça

Em Frankfurt, o índice DAX caiu 0,61%.
Impacto econômico de sanções contra a Rússia pesaram nas ações.

As bolsas alemã e suíça tiveram o pior desempenho na Europa nesta segunda-feira (4), com o  impacto econômico de sanções contra a Rússia pesando nas ações e se sobrepondo ao alívio com o acordo de resgate do Banco Espírito Santo. O índice FTSEurofirst 300, que reúne os principais papéis do continente, caiu 0,19%, a 1.330 pontos.
A mais recente pesquisa Sentix mostrou queda inesperada na confiança na zona do euro em julho. Investidores avaliaram que as sanções da União Europeia contra Moscou pesam particularmente sobre a Alemanha, maior economia da Europa.
Potências ocidentais intensificaram as sanções contra a Rússia após um avião malaio ser derrubado no mês passado no leste da Ucrânia, onde forças de Kiev enfrentam separatistas pró-Rússia.
"A Alemanha tem mais a perder do que a maioria no caso de sanções adicionais contra a Rússia", disse o vice-presidente de Investimentos da SteppenWolf Capital, Phoebuls Theologites.
A bolsa suíça também fechou em queda, com as ações dos dois maiores bancos do país – UBS e Credit Suisse – terminando perto das mínimas em cerca de um ano. Reguladores vêm investigado as unidades de negociações de ambos desde o ano passado. Os bancos dizem estar cooperando com as investigações.
Mas houve algum alívio no setor bancário, após Portugal firmar acordo e usar € 4,9 bilhões (US$ 6,6 bilhões) para resgatar o BES, maior banco do país listado em bolsa. A operação vem apenas meses após o país concluir resgate internacional.
Em Londres, o índice Financial Times recuou 0,02%, a 6.677 pontos. Em Frankfurt, o índice DAX caiu 0,61%, a 9.154 pontos. Em Paris, o índice CAC-40 ganhou 0,34%, a 4.217 pontos. Em Milão, o índice Ftse/Mib teve valorização de 0,09%, a 20.381 pontos. Em Madri, o índice Ibex-35 registrou baixa de 0,17%, a 10.496 pontos. Em Lisboa, o índice PSI20 valorizou-se 0,98%, a 5.854 pontos

 fonte: http://g1.globo.com/economia/mercados/noticia/2014/08/acoes-europeias-fecham-em-queda-puxadas-por-alemanha-e-suica4.html

postado por: Duarte e Tiago S.


Dólar anula queda e opera praticamente estável ante real


O dólar anulou a queda e passou a operar praticamente estável ante o real nesta segunda- feira (4), em dia de poucas notícias e mesmo após o Banco Central sinalizar que deve rolar fatia maior dos swaps que vencem em 1º de setembro do que no mês passado, destaca a reuters.Perto das 15h, a divisa dos Estados Unidos operava com leve alta de 0,03%, a R$ 2,2611na venda, após chegar a R$ 2,2482 reais na mínima do dia, pela manhã. Na sexta-feira, a moeda recuou 0,41%, a R$ 2,2605 na venda.Mais cedo, o dólar registrou quedas maiores sobre o dólar, refletindo o alívio do investidores com a atuação do BC. A autoridade vendeu nesta sessão a oferta total de até 8 mil swaps cambiais, que equivalem a venda futura de dólares, no primeiro leilão para rolagem dos contratos que vencem em 1º de setembro.Com isso, rolou cerca de 4% do lote total, equivalente a US$ 10,070 bilhões.Se mantiver esse ritmo até o fim do mês, rolará cerca de 80% do lote de setembro, mais do que os 70% rolados no mês passado, mas ainda na estratégia de rolar entre 50% e 80% adotada desde março."O anúncio do BC deu alguma tranquilidade para o mercado realizar lucros depois de toda a movimentação da semana passada (quando registrou valorização de 1,48%)", afirmou à Reuters o gerente de câmbio da corretora Fair, Mario Battistel."O dólar deve voltar a cair um pouco, agora. Talvez não volte aos R$ 2,20, mas pelo menos aquela pressão de alta perdeu força", acrescentou.Nas atuações diárias, o BC continuou vendendo a oferta integral de até 4 mil swaps, com volume equivalente a US$ 198,9 milhões. Todos os contratos vendidos vencem em 2 de fevereiro. Também foram ofertados swaps para 1º de junho, mas nenhum foi colocado.Também ajudava a trazer alívio ao câmbio o ambiente global mais tranquilo, após uma semana de intensa pressão, que impulsionou a divisa dos EUA acima do teto informal de R$ 2,25.O dólar vinha oscilando entre R$ 2,20 e 2,25 desde o início de abril, com breves exceções. Boa parte do mercado entende que esses níveis agradariam o BC por não prejudicarem a inflação ou as exportações.
fonte: http://g1.globo.com/economia/mercados/noticia/2014/08/dolar-anula-queda-e-opera-praticamente-estavel-ante-real.html
aluna: Adriana Alves Silva

Salvador e Porto Alegre tiveram deflação em julho, mostra FGV

Conta de luz e gasolina puxaram baixa na capital baiana.
Maior taxa do IPC-S foi registrada no Rio de Janeiro.


Os consumidores de Salvador e Porto Alegre gastaram menos em julho. Segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV), as duas capitais fecharam o mês passado com deflação, de 0,54% e 0,09%, respectivamente.
Em Salvador, a queda no Índice de Preços ao Consumidor – Semanal (IPC-S) foi puxada pela tarifa de eletricidade residencial, que ficou 11,19% mais barata, e pelo preço da gasolina, que caiu 3,95%.
Já em Porto Alegre, as quedas mais significativas vieram de alimentos preparados e congelados de ave, com baixa de 7,59%, e passagens aéreas, que ficaram 22,71% mais baratas.
Segundo a FGV, a maior taxa de inflação em julho entre as sete capitais pesquisadas foi registrada no Rio de Janeiro, de 0,36%, seguida por Brasília, com 0,23%. Em São Paulo, o IPC-S ficou em 0,22%; em Belo Horizonte, em 0,16%; e em Recife, em 0,15%

                      Lígia Amorim
http://g1.globo.com/economia/seu-dinheiro/noticia/2014/08/salvador-e-porto-alegre-tiveram-deflacao-em-julho-mostra-fgv.html


04/08/2014 08h29 - Atualizado em 04/08/2014 15h16

Mercado reduz pela 10ª vez seguida previsão de alta do PIB de 2014

Expectativa para o crescimento da economia recua de 0,90% para 0,86%.
Previsão para o IPCA deste ano, por sua vez, cai de 6,41% para 6,39%.


Pela décima semana seguida, os economistas do mercado financeiro reduziram as estimativas para o crescimento da economia brasileira este ano. A previsão, agora, é que o Produto Interno Bruto (PIB) cresça 0,86% – na semana anterior, a alta prevista era de 0,9%. Para 2015, a previsão do mercado para a alta do PIB ficou estável, em 1,5%.
Os economistas também reduziram, na semana passada, a estimativa para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 2014. Os dados são do Boletim Focus, divulgado pelo Banco Central, resultado de pesquisa com mais de 100 instituições financeiras.
PIB e juros
Para conter a inflação, o BC subiu os juros entre abril do ano passado e maio deste ano, influenciando também o ritmo de atividade. Com taxas maiores, há redução do crédito e do dinheiro em circulação, assim como do número de pessoas e empresas dispostas a consumir, o que tende a fazer com que os preços caiam ou parem de subir.
No fim de maio, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou que a economia do país cresceu 0,2% nos três primeiros meses de 2014, em relação ao quarto trimestre de 2013, com destaque para o bom desempenho da agropecuária.
A expansão do PIB do país previsto para 2014 pelo mercado financeiro, de 0,86%, continua abaixo do estimado no orçamento federal, de 1,8%, e também menor que a previsão divulgada pelo Banco Central no fim de junho, de alta de 1,6%.
O PIB é a soma de todos os bens e serviços feitos em território brasileiro, independentemente da nacionalidade de quem os produz, e serve para medir o crescimento da economia.

Com isso, o valor se distanciou um pouco mais do teto de 6,5% do sistema de metas de inflação para o ano. A previsão chegou a ultrapassar o teto em abril, mas depois recuou. A boa safra agrícola no Brasil e em outros países tem ajudado a aliviar os preços.
Inflação

O mercado financeiro também previu menos inflação para este ano. Os economistas dos bancos reduziram de 6,41% para 6,39% sua previsão de 2014 para o IPCA – considerado a inflação oficial do país e calculado pelo IBGE. Foi a terceira queda seguida do indicador.
Para 2015, a expectativa dos economistas dos bancos para o IPCA, porém, subiu de 6,21% para 6,24% – na terceira elevação consecutiva.
Pelo sistema que vigora atualmente no Brasil, a meta central tanto para 2014 quanto para 2015 é de 4,5%. Entretanto, há um intervalo de tolerância de dois pontos percentuais para cima ou para baixo. Desse modo, o IPCA pode oscilar entre 2,5% e 6,5% sem que a meta seja formalmente descumprida.
Taxa de juros
A previsão do mercado financeiro para a taxa básica de juros (Selic) da economia brasileira, por sua vez, foi mantida em 11% ao ano até o fechamento de 2014. Em julho, o BC manteve a taxa estável neste patamar pelo segundo encontro seguido do Comitê de Política Monetária (Copom). Para o fim de 2015, a previsão dos analistas para o juro básico da economia permaneceu em 12% ao ano.
Câmbio, balança comercial e investimentos estrangeiros
Nesta edição do relatório Focus, a projeção do mercado financeiro para a taxa de câmbio no fim de 2014 ficou estável em R$ 2,35 por dólar. Para o término de 2015, a previsão dos analistas para a taxa de câmbio permaneceu em R$ 2,50 por dólar.
A projeção para o superávit da balança comercial (resultado do total de exportações menos as importações) em 2014 permaneceu em US$ 2 bilhões na semana passada. Para 2015, a previsão de superávit comercial recuou de US$ 9,4 bilhões para US$ 8,5 bilhões.
Para este ano, a projeção de entrada de investimentos estrangeiros diretos no Brasil permaneceu em US$ 60 bilhões. Para 2015, a estimativa dos analistas para o aporte de investimentos estrangeiros ficou estável em US$ 55 bilhões.
Fonte:http://g1.globo.com/economia/mercados/noticia/2014/08/mercado-reduz-de-novo-previsao-de-alta-do-pib-e-da-inflacao-neste-ano.html
                                                          Camily Sousa