objetivo central deste artigo é propor um modelo para aprimorar programas de motivação no trabalho a partir do perfil motivacional do trabalhador. O pressuposto básico é que as estratégias de motivação laboral são mais eficientes quando correspondem diretamente a metas e valores do trabalhador. Para tanto, são discutidas brevemente as principais teorias que explicam a motivaçãono trabalho, bem como suas aplicações em programas motivacionais concretos. É apresentada uma moderna teoria dos valores, verificada empiricamente em mais de 60 países, que identifica a estrutura motivacional das pessoas. Com base nos resultados destes estudos, é introduzido o conceito deperfil motivacional do trabalhador e discutida a sua forma de avaliação nas organizações. É igualmente apontada a correspondência entre diversos aspectos do perfil motivacional e diversos motivadores utilizados na prática organizacional. Conclui-se que o conhecimento do perfil motivacional do trabalhador possibilita o desenvolvimento de programas diferenciados de motivação dentro da organização, visando à at
ender a metas de trabalhadores diversos.
Postado : fabio santos
Referencia:http://www.scielo.br/scielo.php?pid=s1415-65552003000400003&script=sci_arttext
segunda-feira, 15 de junho de 2015
ORDEM DE PRODUÇÃO
Os processos operacionais de uma empresa são executados através de ordens e, no caso das indústrias, suas unidades fabris trabalham sob prescrição das ordens de produção. Uma ordem de produção possui todas as especificações do produto com descrição, matérias primas necessárias, data em que deve ser entregue e quantidades requisitadas.
Para a emissão de uma ordem de produção acompanhe os passos a seguir:
1º Passo: Definir o que irá produzir
Antes de emitir qualquer ordem de produção (OP), deve-se ter definido quais itens serão produzidos. Essa definição foi previamente realizada na atividade de Análise da Necessidade de Produção.
De maneira geral, existem dois sistemas básicos de produção, sendo eles:
- Sistema de Produção Contínua
Caracteriza-se pela fabricação em série de produtos padronizados, a chamada produção em massa. Normalmente, nesse sistema produtivo, todos os produtos são fabricados para estoque. Uma unidade de produção é idêntica à outra, os produtos são movimentados no processo de produção continuamente e todos os procedimentos de fábrica são predominantemente padronizados.
A simples previsão de demanda pode ser o motivo que vai impulsionar o processo. Neste caso a ordem de produção deve ser feita para que haja a solicitação de produção, devendo conter todas as informações de especificações do produto e as instruções de produção para que o operador, ao receber o documento, saiba exatamente o que deve ser feito.
No sistema de produção contínua é importante observar o estoque mínimo e máximo para que não haja excesso de produtos e, ao mesmo tempo, para que não ocorra falta. Também é importante observar o giro, o qual considera sazonalidades, picos e baixas de vendas, proporcionando ao gestor informações que auxiliam na definição de um volume de produção mais preciso.
Além desses fatores, o gestor deve estar sempre atento às tendências de mercado, para antecipar-se às expectativas de consumo e sair na frente ao produzir novos produtos que sejam aceitos pelos consumidores. Isso pode ocorrer em situações de inovação, novos hábitos, moda, características regionais, novas tecnologias etc.
- Sistema de Produção por Encomenda
Caracteriza-se pela fabricação descontínua de produtos não padronizados. Geralmente, este sistema de produção se dá sob encomenda específica dos seus clientes, tendo início no pedido de vendas.
Em se tratando de um sistema de produção por encomenda, o procedimento tem início com a negociação de um produto ou de um lote de produtos. Assim que for gerado o pedido de vendas pela área comercial, o processo produtivo dos itens se dará por meio da ordem de produção.
2º Passo: Emitir a ordem de produção
O documento chamado de ordem de produção é também conhecido como ordem de fabricação, ordem de serviço ou ordem de trabalho. Na situação de Produção Contínua, a ordem de produção deve ser incluída de acordo com a programação da produção. Já no Sistema de Produção por Encomenda, a ordem de produção é gerada por meio do pedido de vendas.
Este documento, portanto, continuamente dá a partida no processo de fabricação, sendo que nenhum trabalho poderá ser iniciado sem a emissão da correspondente ordem de produção.
Uma mesma ordem de produção pode conter diferentes produtos e quantidades. Veja suas partes componentes abaixo:
1 - Número da ordem de produção e lote
São códigos que permitem a rastreabilidade dos produtos produzidos.
2 - Data de emissão da ordem e prazo de entrega
Identificar a data que foi emitida a ordem e qual o prazo de conclusão da produção para entrega.
3 - Produto e quantidade
Identificar os tipos de produtos a serem produzidos e suas respectivas quantidades.
4 - Matérias primas utilizadas
Informar a fórmula de composição dos produtos acabados, demonstrando as quantidades de matérias primas a serem utilizadas com suas respectivas medidas.
3° Passo: Produção
Com a ordem de produção em mãos, o supervisor da produção é responsável por informar a produção do período aos operários para dar inicio ao processo produtivo.
Ao mesmo tempo, o almoxarife separa os materiais que serão usados no processo produtivo.
Durante a produção é necessário fazer os seguintes registros:
5 - Produto e quantidade
São registradas as quantidades realmente produzidas de cada produto.
6 - Hora de início e término da produção
Caso ocorra, informar atraso no início da produção.
7 - Observações Gerais
Informar se teve parada de produção e por quanto tempo, se teve produtos defeituosos e rejeitados, dentre outras informações importantes sobre o processo de produção que ocorreu.
4º Passo: Registro
Com a produção finalizada é necessário armazenar a ordem de produção, pois os dados registrados serão analisados pela gerência com o objetivo de obter informações quanto ao desempenho da produção, custo, controle de quebra de produção, dentre outros.
O registro das ordens de produção é muito importante também para que se possa rastrear um produto com algum problema, a que lote pertence, a matéria-prima utilizada etc.
REFERÊNCIA: https://www.mahagestao.com.br/conteudos/ordem-de-producao
MARCOS ANTÔNIO ANDRADE SANTOS
Discutir a questão do processo de supervisão na formação profissional do assistente
social requer primeiramente que se discuta a concepção e o papel do estágio no processo de
formação profissional, tal como concebida no projeto pedagógico que norteia e orienta tanto a
formação do aluno quanto o processo de supervisão.
O Estágio curricular, tradicionalmente, figurou como atividade complementar da
formação profissional, responsável pela atividade prática do curso, dissociada de seu corpo
teórico, que seria constituído pela organização das disciplinas. Outra função do estágio seria a
de avaliar a aplicabilidade da teoria, como se fosse possível uma relação direta e imediata
entre teoria e prática. Saber e fazer são dicotomizados numa perspectiva de
complementariedade e não de unidade, alheia à dinâmica das relações sociais. Teoria e prática
se apresentam como esferas complementares, instâncias independentes.
Nesta perspectiva o estágio é concebido então como espaço da prática, da técnica, da
aplicação de normas, regras e princípios. O papel do supervisor frente ao projeto de formação
profissional seria o de responsável pelo ensino da prática, do fazer, de reproduzir junto ao
estagiário o acúmulo profissional adquirido a partir de sua inserção no enfrentamento da
questão social, do ponto de vista técnico-instrumental, dissociada dos pressupostos teóricos
que informam a construção de um dado projeto de formação profissional.
Este entendimento também perpassa o universo acadêmico que se reconhece enquanto
espaço de produção e reprodução do saber, relegando ao estágio o ensino da prática. Não há
relação entre estes dois espaços, que se apresentam como esferas independentes. Logo, ao
supervisor cabe o ensino da prática, sem maior participação na esfera do saber e da teoria, ou
seja, no espaço acadêmico. Restringir o processo de supervisão à mera reprodução da
operacionalização dos instrumentos e técnicas é subtrair do processo de aprendizagem a
apropriação do processo de trabalho do Serviço Social em sua amplitude.
Outra concepção de estágio o percebe como espaço para aprendizagem do processo de
trabalho através da relação teoria/prática, entendendo-a enquanto unidade indissolúvel, onde,
a partir de um determinado referencial teórico, no enfrentamento das condições concretas do
real, serão construídas alternativas e respostas profissionais. O estágio, então, constitui-se
enquanto momento privilegiado da formação profissional, onde o aluno-estagiário deverá
vivenciar a aprendizagem do exercício profissional que contém dimensões ética, política,
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ideológica, pedagógica e técnica. E, no espaço institucional, é o supervisor, em permanente
relação com a unidade de ensino, que irá viabilizar um processo de aprendizagem que venha a
garantir que todas essas dimensões sejam contempladas.
É a partir desse entendimento de estágio que estaremos trabalhando e discutindo a
questão da supervisão na formação profissional.
Debater a questão da supervisão na formação profissional exige que se rompa com a
visão endógena de se discutir a supervisão apenas do ponto de vista metodológico, enquanto
método de ensino. Então, um primeiro ponto a se considerar é que a supervisão faz parte
integrante do projeto de formação profissional, ou seja, de um projeto de profissão que
pretende uma dada intervenção na realidade social.
Essas reflexões nos possibilitam entender o processo de supervisão como elemento
integrante do Projeto de Formação Profissional, como expressão deste, comportando,
portanto, suas orientações teóricas e direção social, pois dele faz parte de modo intrínseco.
Enquanto processo pedagógico deverá estar voltado para a preocupação com a
aprendizagem, organizar-se de modo a favorecer este processo e direcionar suas atividades
tendo em vista os objetivos da formação profissional. Isso exige conhecer e estar em sintonia
com o projeto pedagógico e em constante interlocução com a unidade de ensino.
Outro ponto importante é que o processo de supervisão figura enquanto elemento
integrante do processo de trabalho do Serviço Social, portanto não é “sobre-trabalho”.
Deverá se inscrever na sua organização enquanto trabalho, estruturar-se de forma a garantir
que esta atividade esteja presente como uma das atividades de seu fazer profissional. Isso
significa figurar como um processo dentro deste fazer, em igualdade de condições com as
demais frentes de trabalho, expressando a mesma orientação imprimida ao fazer profissional.
Significa ultrapassar a lógica institucional, que concebe a sua prática restrita à prestação de
serviço e exclui o processo de supervisão.
É a partir do entendimento do estágio enquanto elemento integrante do processo
pedagógico que a Associação Brasileira de Pesquisa em Serviço Social – ABEPSS –, ao
aprovar as novas Diretrizes Curriculares para o curso de Serviço Social, atribui ao estágio
supervisionado novo estatuto este é compreendido enquanto atividade integralizadora do
currículo e estabelece que deve ocorrer mediante a supervisão sistemática, tendo como base
a construção conjunta de um plano de estágio, feito pela unidade de ensino e unidade campo
de estágio.
Link:http://www.castelobranco.br/sistema/novoenfoque/files/07/03.pdf
Lígia Amorim
Link:http://www.castelobranco.br/sistema/novoenfoque/files/07/03.pdf
Lígia Amorim
Supervisao e avaliacao dos espacos e condiçoes presentes
Supervisao e avaliacao dos espacos e condiçoes presentes
Objetivo
Prover capacitação profissional transdisciplinar para gestão e coordenação de práticas pedagógicas , resgatando articulação no aspecto múltiplo e uno de uma Administração e Supervisão escolares, voltadas para criação de uma escola reflexiva. Promover a realização de estudos e pesquisas que se preocupem com as implicações político-ideológicas no avanço do pensamento pedagógico contemporâneo.
Carga Horária
360 H/A
360 H/A
Período
Duração de um ano
Duração de um ano
ALUNO: Rafael Penza
Funções da administração - direção
Antes de apresentar o conceito de direção temos que lembrar que estamos diante do terceiro processo administrativo. Nunca poderíamos imaginar que uma empresa, como qualquer organização, pudesse alcançar seus afins sem uma ordenação diretiva para as mais diversas atividades e tarefas que devem ser executadas.
A direção significa o meio pelo qual o administrador conduz e coordena o trabalho do pessoal. Um conceito mais amplo de direção, pode ser enunciado como:
"Direção é o processo administrativo que coordena e conduz o pessoal na execução das ações planejadas".
Como se vê, dirigir uma empresa significa conseguir que os funcionários executem as tarefas ou serviços pelas quais respondem.
Por sua vez, o administrador ou dirigente deve saber orientar e coordenar o trabalho de seus subordinados, indicando-lhes o que deve ser feito e também como fazê-lo. Isto é o que um subordinado espera de seu superior.
O trabalho de direção é dos mais importantes, pois o sucesso ou fracasso de um empreendimento está na razão direta das pessoas que o conduzem.
Notas de Aula – Fundamentos de Administração – Jan/2009
Estas Notas de Aula apresentam uma orientação para estudo dos temas discutidos em aula. O aluno deve estudar a matéria pelas referências bibliográficas indicadas para a disciplina. É importante que o aluno participe das aulas e faça as anotações complementares.
Não são suficientes um ótimo planejamento e uma boa organização. É preciso também, uma direção satisfatória, o que nem sempre é fácil de se conseguir, como muita gente supõe. Costumamos dizer que executar uma tarefa, relativamente, não é difícil. Difícil mesmo é decidir, dar ordens ou instruções sobre o que fazer e como fazer.
Talvez deva ser este o motivo pelo qual o capítulo menos desenvolvido dos livros de Administração é justamente o da direção, mesmo enriquecido com os conhecimentos dos sociólogos e dos psicólogos.
Quem desempenha o papel de dirigir uma empresa (ou qualquer subdivisão da empresa) deve dar ordens ou instruções aos subordinados, assunto este que será objeto do próximo item.
As relações entre os que dirigem e os que executam as tarefas (ou serviço), envolvem outros meios de direção, tais como: as ordens ou instruções, a motivação, comunicação, a coordenação e a liderança.
ALGUNS MEIOS DE DIREÇÃO EMPRESARIAL: 1. Ordens ou Instruções (transmitir decisões aos subordinados) 2. Motivação (convencer as pessoas a trabalhar) 3. Comunicação (transmitiras informações dentro e para fora da empresa)
Vamos estudar aqui aspectos de ‘Ordens ou Instruções’ e ‘Motivação e Comunicação’. No capítulo seguinte vamos estudar alguns aspectos de ‘Controle’.
As ordens ou instruções são meios importantes na direção dos funcionários de uma empresa. Via de regra, as ordens ou instruções são dadas ou emitidas pelos encarregados da direção, enquanto que ao empregado cumpre executar o que lhe foi determinado.
Podemos dizer que uma ordem ou instrução serve para iniciar, modificar ou cessar uma tarefa ou serviço.
Notas de Aula – Fundamentos de Administração – Jan/2009
Estas Notas de Aula apresentam uma orientação para estudo dos temas discutidos em aula. O aluno deve estudar a matéria pelas referências bibliográficas indicadas para a disciplina. É importante que o aluno participe das aulas e faça as anotações complementares.
Muitos serviços são executados logo após a emissão da ordem. Às vezes, as ordens têm por fim, alterar a rotina de um serviço. Elas também põem fim a um serviço, quando, por exemplo, não se justifica mais a sua execução.
Dois aspectos principais devem ser mencionados a respeito das ordens de serviços.
• Quanto à amplitude (o número de funcionários que as ordens abrangem) - veja quadro.
• Quanto à forma (a maneira como as ordens são emitidas) - veja quadro.
Ordens Gerais Obrigações de todos os funcionários da empresa
Ordens Específicas Competência de um ou de um determinado grupo de funcionários
Ordens Orais (Verbais) Ordens dadas de viva voz aos executores
Ordens Escritas Ordens dadas por escrito aos executores
Fazendo um pequeno comentário sobre as duas classificações apresentadas no quadro, podemos destacar o seguinte:
1) Ordens Gerais: São aquelas que envolvem todos os funcionários de uma empresa. Como exemplo podemos mencionar as novas ordens para entrada e saída da empresa, com a marcação do ponto em determinadas horas, em virtudes da celebração de acordo de compensação de horário de trabalho.
Notas de Aula – Fundamentos de Administração – Jan/2009
Estas Notas de Aula apresentam uma orientação para estudo dos temas discutidos em aula. O aluno deve estudar a matéria pelas referências bibliográficas indicadas para a disciplina. É importante que o aluno participe das aulas e faça as anotações complementares.
2) Ordens Específicas: São aquelas destinadas a uma pessoa ou grupo de pessoas ligadas oa um determinado serviço. Exemplos: 1- Ordens dadas a um empregado para dar entrada de documentos em determinada repartição pública. 2o - Ordens expedidas sobre os registros de um novo serviço de controle de 'estoque (envolvendo apenas um grupo de pessoas).
1) Ordens Orais (ou Verbais): Nas empresas pequenas e médias, por uma questão de simplicidade usam-se, às vezes, tais tipos de ordens. Contudo, podem ser apontadas estas desvantagens: são passageiras, mal compreendidas e facilmente esquecidas. O importante, nas ordens transmitidas oralmente ou verbalmente, é a sua cobrança. Isto é, o dirigente deve, constantemente, indagar do cumprimento da obrigação. Em caso contrário, à medida que o tempo vai passando, a obrigação deixa de ser feita e a ordem cai no esquecimento (naturalmente dos dois: do dirigente e do subordinado). Muitas vezes a ordem continua sendo cumprida, porém sofre alterações.
2) Ordens Escritas: Geralmente, nas empresas de maior dimensão e por exigência da própria organização interna, as ordens são dadas por escrito. Em algumas empresas são proibidas ordens ou instruções orais ou verbais, pelo menos do ponto de vista da organização formal. As ordens por escrito devem ser preferidas (em qualquer tipo de empresa) porque eliminam desvantagens apontadas para as ordens orais ou verbais e constituem um registro da decisão tomada e de quem deve obedecer.
Em algumas empresas existem formulários próprios para emissão de ordens escritas tomando-se rotina comum o preenchimento de tal comprovante. No mercado de documentos padronizados também podemos encontrar estes formulários, bastando comprá-los nas papelarias especializadas e usá-las à medida que as ordens vão sendo transmitidas aos executores de serviços.
Encerrando este item, devemos dizer que usamos as palavras ordens e instruções como geralmente são empregadas na prática; isto é, quando damos uma ordem já incluímos a maneira de fazer a coisa (instrução); quando expedimos uma instrução determinamos que ela deve ser obedecida
Notas de Aula – Fundamentos de Administração – Jan/2009
Estas Notas de Aula apresentam uma orientação para estudo dos temas discutidos em aula. O aluno deve estudar a matéria pelas referências bibliográficas indicadas para a disciplina. É importante que o aluno participe das aulas e faça as anotações complementares.
(ordem). Conceitualmente, alguns autores dizem que a ordem significa o que fazer e, às vezes, quando deve ser feito, enquanto que a instrução explica como a coisa deve ser feita.
Para bem dirigir seus subordinados um administrador deve motivar, comunicar, coordenar e liderar. Estes quatro comportamentos do administrador são importantes no desempenho do pessoal que está suas ordens.
A motivação humana tem sido objeto especial interesse da psicologia moderna, existindo, por conseguinte, muitos livros que tratam do assunto, procurando todos eles mostrar arrazoes do nosso comportamento.
O problema é o seguinte: Por que agimos dessa forma ou daquela maneira?
O administrador ou dirigente não pode ignorar a existência desse problema na ação de sue subordinados, pois é certo que a pessoa que trabalha numa empresa deve ter seus motivos para assim proceder.
Já que falamos em motivo e motivação convém dar os significados às palavras. De maneira simples podemos dizer que:
• Motivo: é qualquer coisa que leva a pessoa praticar uma ação.
• Motivação: é proporcionar um motivo a uma pessoa, estimulando-a agir de maneira desejada.
Pelas definições dadas é fácil perceber a complexidade do assunto. Pêlos mesmos motivos as pessoas reagem diferentemente. O que serve de motivação para uma pessoa não tem a menor importância para outra. E quanto ao número de motivos? São Poucos? São muitos?
De fato não podemos dizer quantos motivos existem que levam os homens a praticar determinados atos ou ações. A melhor maneira de abordar o assunto é fazer um resumo ou classificação dos motivos em quatro categorias:
Notas de Aula – Fundamentos de Administração – Jan/2009
Estas Notas de Aula apresentam uma orientação para estudo dos temas discutidos em aula. O aluno deve estudar a matéria pelas referências bibliográficas indicadas para a disciplina. É importante que o aluno participe das aulas e faça as anotações complementares.
Fonte: http://www.ebah.com.br/content/ABAAAAlI4AG/apostila-administracao?part=8
Camily Sousa
Posição de oclusão
As bordas Incisais dos incisivos e caninos inferiores tocam as faces linguais dos homólogos superiores e as cúspides vestibulares dos pré-molares e molares inferiores ocluem com as fossetas oclusais dos superiores.
Overbite – é a sobreposição no sentido vertical que pode ser calculada medindo a distância entre duas linhas horizontais que tangenciem a borda incisal de incisivos superiores e inferiores, também conhecida como trespasse vertical ou sobremordida.
Overjet – ou trespasse horizontal é a sobressaliência que é calculada medindo se a distancia entre duas linhas verticais que passem pela borda incisal de incisivos superiores e a face vestibular dos incisivos inferiores.
Entenda o que acontece...
O trespasse vertical de mais de 3 cm resulta na camada sobremordida profunda, ao contrário, quando os incisivos superiores não se sobrepõem aos inferiores ou se distanciam deles, manifesta se a mordida aberta.
O atrito entre os dentes de um arco nas oclusões sucessivas provoca desgaste nas áreas de contato e ligeira perda óssea horizontal nos septos intralveolares, o que compromete uns 3 mm do arco.
Curva sagital de oclusão – Spee
A curva sagital de oclusão que pode ser chamada também de curva de compensação inicia se com a erupção dos caninos e pré-molares e termina com a erupção dos segundos molares.
A importância da curva de Spee é exatamente a de evitar contatos posteriores em movimentos protusivos.
Curva transversal de oclusão (Wilson)
É a curva que passa pelos planos oclusais dos molares e existe devido à inclinação dos dentes nos alvéolos podendo sofrer modificações com o tempo, em função dos desgastes sofridos pela dentição. Na região de pré-molares, a inclinação dos dentes é mínima, de modo que não é formada uma curva semelhante. Nos arcos decíduos também não notamos a presença desta curva, pois nesse caso os dentes estão implantados perpendicularmente.
A direção geral dos dentes esta sujeita a sofrer alterações, as quais implicarão transtornos oclusais com sérias consequências para a ATM. Um dos fatores importantes para evitar essas desarmonias é a manutenção do equilíbrio dos dentes, os dentes de cada arco apresentam os chamados “pontos de contato” existem forças que podem alterar esse equilíbrio, dentre eles destacamos as forças exercidas pelos músculos da mastigação (masseter, temporal, pterigoideo medial), as quais determinam o contato entre os dentes antagonistas.
O equilíbrio no sentido mesiodistal é devido aos pontos de contato, a perda de um único dente ou parte dele pode alterar esse equilíbrio, o dente imediatamente distal ao espaço vago tende a se deslocar em direção a ele.
Consideramos oclusão quando, ao se fazer a elevação da mandíbula através dos músculos elevadores ocorre o contato entre os dentes antagonistas. Como não existe oclusão ideal, consideram alguns aspectos fundamentais no engrenamento dental:
- Todos os dentes de um arco, individualmente devem ocluir com dois dentes do arco oposto; um deles é o antagonista principal, que é o dente homônimo (por ex. o 13 oclui com o 43, ambos caninos, portanto homônimos). Fazem exceção os incisivos centrais inferiores e os terceiros molares superiores, que ocluem unicamente com os seus homólogos antagonistas.
- Nos dentes anteriores, o terço incisal da face vestibular dos inferiores devem ocluir com o terço da face lingual dos superiores, incluindo a cúspide do canino inferior.
- Nos dentes posteriores, as pontas das cúspides vestibulares dos dentes inferiores devem ocluir nas fossetas centrais dos dentes superiores, e as cúspides linguais dos dentes superiores devem ocluir nas fossetas centrais dos dentes inferiores, sendo chamadas cúspides de suporte ou de carga.
A partir da relação estática entre os maxilares como na posição de máxima intercuspidação, podem se iniciar os chamados “movimentos excêntricos”, para a direita ou para a esquerda, a fim de triturar os alimentos pela ação das vertentes triturantes que entram em atrito. Se a lateralidade for para a direita, este lado será o lado de trabalho, e o esquerdo então será o lado de não trabalho ou balanceio.
Posição de repouso – é a posição de repousa da mandíbula na qual os músculos mandibulares estão em contração mínima, contraídos apenas o suficiente para manter a postura. Os dentes superiores e inferiores não estão em contato e o espaço entre eles é chamado de espaço funcional livre ou interoclusal.
Fatores que podem interferir nessa posição: dor, estresse físico e emocional e a postura. Se a cabeça tiver inclinada para trás, a relação maxila mandíbula se modificará, aumentando o espaço funcional livre. Mas, se por outro lado à cabeça for inclinada para frente, poderá eliminar o espaço funcional livre. A posição de repouso é importante para o descanso muscular e alivio das estruturas de suporte dental.
Oclusão central (OC) ou máxima intercuspidação: a partir dessa posição de repouso a mandíbula pode ser elevada até o contato máximo dos dentes inferiores com os superiores. Fica na chamada posição de oclusão central, que é a posição de maior número de contatos entre os dentes ou de máxima intercuspidação. A pessoa despende esforço para manter seus maxilares fechados nesta posição por algum tempo, pois os músculos elevadores da mandíbula devem permanecer contraídos. A partir dessa posição se a mandíbula for protruída até os incisivos se tocarem topo a topo, as cabeças da mandíbula descreverão um trajeto, acompanhando, o contorno vertente posterior da eminência articular do temporal conhecido como “guia condilar”, ao mesmo tempo, as bordas incisais dos incisivos inferiores deslizarão sobre as faces linguais dos superiores, descrevendo a trajetória incisiva. A face lingual, inclinada percorrida pelo incisivo inferior é chamada de “guia incisal” ou “guia anterior”.
Relação Central (RC): a partir de OC, os dentes podem ser mantidos apenas em ligeiro contato e então a mandíbula pode ser movida para trás, num movimento de retrusão da ordem de 1 a 2 mm. Mas há um ponto além do qual a mandíbula não ir, neste ponto ela alcança sua posição mais retrusiva, que é a posição de relação central.
A RC independe de dentes, ela é uma posição óssea (craniomandibular ou temporomandibular) – retrusão não forçada da mandíbula, com os côndilos ou cabeças da mandíbula ocupando uma posição anterossuperior em relação ao centro da fossa mandibular.
Movimento no plano sagital – na abertura da boca a partir da posição de relação central e conservando se a mandíbula na posição mais retrusiva durante os primeiros 5 a 20 mm a mandíbula gira em rotação, em torno de um eixo transversal do côndilo, este não se desloca para frente, mas simplesmente roda em torno de um eixo. Se a boca continuar aberta, chega se a um ponto onde o movimento condilar muda de rotação para translação.
Da abertura máxima, a mandíbula pode ser deslocada para frente e para cima, isto é, movimentos de protrusão e elevação, assim a mandíbula alcança a sua posição mais protrusiva.
Movimentos de Bennet – movimento mandibular, de considerável importância, durante o movimento lateral pode ocorrer um deslocamento lateral de toda a mandíbula enquanto se realiza o processo de rotação e translação. O côndilo do lado do movimento (côndilo direito para o movimento lateral direito) não permanece sem deslocamento, mas desloca se para o lado do movimento, esta mudança de posição da mandíbula para lateral é o movimento de Bennet. É MUITO IMPORTANTE este ajustamento porque os caminhos através dos quais as cúspides opostas superiores e inferiores deslizam em movimentos laterais são afetados pela presença ou ausência do movimento de Bennet.
Em resumo:
RC – posição na qual o conjunto côndilo-disco está superior na fossa mandibular centrado e não forçados. É a posição fisiológica da ATM, que causa menos transtornos, a partir da qual devem ser feitos os trabalhos restauradores e protéticos de grande porte, normalmente durante a deglutição a mandíbula entra em relação cêntrica.
Máxima intercuspidação habitual (MIH) – posição na qual os dentes superiores contactam os interiores havendo o maior número possível de contatos oclusais. Se essa posição sofrer alterações provocadas por problemas oclusais, musculares e da ATM, pode provocar a impossibilidade de sua reprodução clinica inviabilizando sua referencia para tratamentos extensos de prótese.
Espaço funcional livre (EFL) ou repouso – é a posição de relaxamento da mandíbula, na qual os dentes estão desocluídos e é dada pelo tônus dos músculos. Quando estamos relaxados não deve haver nenhum contato oclusal e nesta posição os músculos estão na sua posição mais fisiológica mede em torno de 1 a 3 mm, espaço que deve ser preservado em procedimentos de reabilitação.
Movimentos da mandíbula
Os principais movimentos da mandíbula são:
- Abertura e fechamento – são movimentos em sentido supero-inferiores;
- Protrusão e retrusão – são movimentos realizados num sentido ântero-posterior;
- Lateralidade centrífuga e centrípeta – são movimentos realizados num sentido latero-lateral;
- Circundação – é o movimento que é constituído pela união dos três anteriores.
Movimentos da ATM
Rotação – exercido pelos côndilos no qual giram sobre seu longo eixo (latero-lateral), ocorre durante a abertura inicial da boca e é realizado pela articulação mandíbulo-discal, o movimento de rotação também pode ocorrer quando fechamos e abrimos a boca, mantendo a mandíbula em protrusão.
Translação – movimento no qual o côndilo caminha anteriormente, percorrendo o tubérculo articular quando tentamos levar a mandíbula para frente a partir do repouso (protrusão) ou quando retornamos a fossa mandibular (retrusão).
Transrotação – ocorre nos movimentos de abertura bucal máxima após a fase de abertura inicial (rotação) e em qualquer movimento de abertura no qual o côndilo saia da fossa mandibular.
Movimento de Trabalho (Bennet) – é quando mastigamos um alimento e levamos a mandíbula para o lado que irá tritura-lo. A partir desse momento, o côndilo desse lado passa a se chamar de trabalho e o outro de balanceio.
Movimento de Balanceio – ocorre quando levamos a mandíbula para um lado e este côndilo excursiona bem ao lado de translação, assim no movimento de balanceio o côndilo dirige se inferior, anterior e medialmente. O ângulo formado entre a trajetória de protrusão e a trajetória de balanceio ao plano horizontal, recebe o nome de ângulo de Bennet.
Correlações entre os movimentos mandibulares e os movimentos da ATM
- Rotação – no movimento de abertura inicial e quando em abertura máxima, se fecha a mandíbula em protrusão.
- Transrotação – quando se realiza o movimento de abertura máxima da boca e nos movimentos de abertura e fechamento a partir do repouso.
- Na protrusão e retrusão: ocorrem translação e movimentos de lateralidade;
Pontos de contatos
Em geral localiza se entre o terço vestibular e o médio da face proximal tendendo para o terço médio nos molares, no sentido cervico-oclusal o ponto de contato tende entre o terço oclusal e o terço médio, localizado próximo à crista marginal. A manutenção do ponto de contato é importante para o equilíbrio do arco dental, no sentido mésio-distal, facilitando a transmissão das forças mastigatórias por todo arco. A perda deste equilíbrio pode levar a alterações nos tecidos de suporte dos dentes, bem como migração e mau posicionamento de dentes no arco.
Curva de Spee
A curva de Spee mostra a curvatura de compensação, e é obtida trançando se uma linha imaginária que une o vértice da cúspide do canino e as cúspides vestibulares de pré-molares e molares inferiores é, portanto, uma curva ântero-posterior, sua manutenção é importante nos movimentos ântero-posteriores da mandíbula a fim de permitir um adequado relacionamento entre os arcos.
Curva de Wilson
É a curva resultante da inclinação lingual das coroas dos dentes inferiores, posteriores. Estende se bilateralmente tocando as cúspides vestibulares e linguais, é, portanto uma curva transversal, também conhecida como curva de compensação, sua manutenção é importante nos movimentos de lateralidade da mandíbula a fim de permitir um adequado relacionamento entre os arcos.
Dimensões Verticais (DV)
São medidas verticais entre dois pontos na face, em geral, entre a espinha nasal anterior e o mento que avaliam no sentido vertical e o relacionamento da mandíbula com a maxila. Quando os dentes estão em oclusão (MIH), a medida obtida entre estes dois pontos denomina se dimensão vertical de oclusão (DVO). Quando a mandíbula esta na posição de repouso obtém se a dimensão vertical de repouso (DVR). A diferença entre as duas dimensões denomina se espaço funcional livre (EFL). A dimensão vertical de repouso (DVR) é mantida independente da presença de dentes, enquantoa dimensão vertical de oclusão (DVO) pode ser diminuída pela ausência ou pelo desgaste dos dentes posteriores. O aumento da DVO pode ocorrer por extrusão ou sobreerupção de dentes posteriores ou por trabalhos de prótese. Alterações na DV podem causar contatos prematuros, sobrecarga, trauma oclusal e dificuldade par realização de trabalhos de prótese.
Link:http://www.ebah.com.br/content/ABAAAfMDoAA/resumao-oclusao
Lígia Amorim
Um sistema de controle da produção: um sistema de emissão de ordens e programação de operações
Um sistema de controle da produção: um sistema de emissão de ordens e programação de operações
Este artigo e o da Parte I (Sistema de Apoio à Decisão para a Elaboração do Programa Mestre de Produção) fazem parte de um trabalho que visa integrar todas as atividades de programação da produção dentro do contexto de um Sistema de Controle da Produção, concebido para operar na manufatura celular semi-repetitiva. Na Parte I explicamos o que entendemos por manufatura celular semi-repetitiva. O sistema proposto foi concebido e implementado no computador em 3 módulos (nível de produto final, de componentes e de operações). O primeiro foi tratado no artigo da Parte I, enquanto que os outros dois módulos são tratados neste artigo (Parte II). Em cada um deles existem contribuições relevantes para a literatura especializada.
Palavras-chave: controle da produção, programação da produção, emissão de ordens, programação de operações, manufatura celular.
Postado : David Reis
referencia :http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0104-530X1996000300001&script=sci_arttext
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